Eduardo Baptista, Cuca, Roger Machado, Luiz Felipe Scolari, Mano Menezes, Vanderlei Luxemburgo. Com nenhum desses técnicos o presidente do Palmeiras, Maurício Galiotte, atingiu um objetivo de gestão: garantir ao time um estilo próprio de jogo, com futebol ofensivo e envolvente. Agora que o clube está novamente no mercado em busca de um treinador, o dirigente evita falar em nomes e mantém sua meta.
O melhor futebol que o Palmeiras jogou nos últimos anos foi com Cuca.
— Paco Belmonte (@PacoB0800) October 15, 2020
Técnico ofensivo e que não tem medo de jogador.
Já deu pra entender o perfil de treinador que o Palmeiras tem que contratar não é? @Mgaliotte @lpconselheira
"Não é o nome do treinador. O que precisamos é da definição do nosso modelo de jogo. É uma dívida que tenho. Não consegui fazer isto até agora e preciso tentar fazer até o fim do meu mandato", disse ele, ao Blog do PVC. Segundo Galiotte, até o momento, a direção não falou em possíveis substitutos para Luxa, demitido na noite de quarta-feira após a derrota por 3 a 1 para o Coritiba.
mano, um técnico que conta Florida cup como título é inadmissível, sem brincadeira, Flamengo ano passado e o Palmeiras esse ano
— gustavo henrique (@guscrf) October 15, 2020
Recentemente, a torcida do Verdão fez coro pelo argentino Gabriel Heinze (foto de capa), que atualmente está sem clube. Galiotte, questionado, não foi veemente, mas preferiu sair pela tangente e fincar pé na ideia de, antes de ir atrá do profissional, pensar bem no que o clube procura para o futuro imediato. Antes de Luxemburgo, a direção quase fechou com Jorge Sampaoli, mas exigências finais feitas pelo treinador fizeram o clube recuar. Ou seja, este foi um primeiro sinal de que o Palmeiras não está fechado para estrangeiros. Será este o caminho a seguir?
Para mais notícias do Palmeiras, clique aqui.
Quer saber como se prevenir do coronavírus? #FiqueEmCasa e clique aqui.
