Cadê? Há jogadores do futebol mundial que parecem esquecer do que fazem nos clubes quando vão para suas seleções. A diferença é tanta que muitos craques perdem o posto de “titulares absolutos”, em seus clubes, para “dispensáveis”, em seus países. Confira 5 grandes exemplos na lista abaixo!
Roberto Firmino (Brasil)

Craque do Reds, Roberto Firmino é um dos grandes líderes do poderoso Liverpool. O brasileiro tem participação direta no sucesso do gigante inglês, sendo essencial em praticamente tudo do setor de ataque. Porém, o goleador não consegue repetir os feitos na Seleção Brasileira e poucos, além do técnico Tite, almejam sua convocação.
Gustavo Cuéllar (Colômbia)

Ex-Flamengo, Gustavo Cuéllar não é craque, mas é um jogador extremamente eficiente e comprometido com o grupo. Atualmente no Al-Hilal, da Arábia Saudita, o colombiano tem mantido a regularidade e o desempenho em alto nível, mas os últimos técnicos da Seleção da Colômbia nunca o viram como tal jogador. Assim, o meia representa para seu país, praticamente, uma terceira opção.
Dries Mertens (Bélgica)

Dries Mertens passa por uma grande fase no Napoli, da Itália, e, entre altos e baixos, sempre (desde 2013) foi uma peça importante para os italianos. Contudo, o habilidoso atacante nunca conseguiu se firmar como um dos principais jogadores da Seleção da Bélgica e rotineiramente é apenas um ‘reserva de luxo’.
Carlos Sánchez (Uruguai)

Indispensável para o Santos, Carlos Sánchez não tem o mesmo protagonismo no Uruguai. Aos 35 anos, o versátil meia destrói no meio de campo do alvinegro praiano, sendo fundamental na organização e armação da equipe. Porém, na Celeste, o jogador nunca conseguiu se firmar e tem sido constantemente ‘escanteado’.
Lionel Messi (Argentina)

Lionel Messi é praticamente um deus no Barcelona, sendo o principal jogador da história do clube e grande referência. Contudo, o gênio sofre para desempenhar o mesmo papel na Argentina, tendo acumulado mais fracassos do que sucessos, e muito se cobra pelo baixo retrospecto e até apatia em campo.
