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5 grandes jogadores que não disputaram um jogo sequer por suas seleções

SK Rapid Vienna v FC Shakhtar Donetsk - UEFA Champions League: Qualifying Round Play Off First Leg
SK Rapid Vienna v FC Shakhtar Donetsk - UEFA Champions League: Qualifying Round Play Off First Leg | Christian Hofer/Getty Images

Vestir a camisa da seleção de seu país costuma ser o maior sonho de todo e qualquer jogador de futebol profissional. Alguns deles trilharam boas e sólidas trajetórias por clubes ao longo da carreira, mas a tão desejada estreia pela seleção nunca aconteceu. A seguir, listaremos cinco jogadores, de diferentes nacionalidades, que nunca somaram minutos em campo vestindo a camisa de suas respectivas nações:


Marcelo Barovero (Argentina)

Monterrey v Morelia - Torneo Clausura 2020 Liga MX
Monterrey v Morelia - Torneo Clausura 2020 Liga MX | Jam Media/Getty Images

A Argentina sempre produziu grandes craques para os setores de meio e ataque, algo que não se repetia e ainda não se repete nas linhas de defesa e gol. A meta, por sinal, foi motivo de debate e questionamento durante longo período, apesar de hoje bem representada por Andrada e Armani. Barovero, que foi muito bem com as camisas de Vélez e River, merecia ter recebido oportunidades.


Santiago Silva (Uruguai)

Defensa y Justicia v Argentinos - Superliga 2019/20
Defensa y Justicia v Argentinos - Superliga 2019/20 | Jam Media/Getty Images

A Celeste Olímpica tem um histórico célebre quando o assunto é atacante, com as últimas duas décadas sendo dominadas pelos excelentes Diego Forlán, Luis Suárez e Edinson Cavani. Apesar disso, o brigador e eficiente Santiago Silva poderia ter ganho uma oportunidade com Oscar Tabárez, nem que fosse para compor grupo. Foi muito bem com as camisas de Banfield e Vélez.


Alex Teixeira (Brasil)

2019 China Super League - Beijing Renhe v Jiangsu Suning
2019 China Super League - Beijing Renhe v Jiangsu Suning | Fred Lee/Getty Images

É, sem dúvida, o caso mais curioso dentre os aqui listados. O meia-atacante surgiu muito bem com a camisa do Vasco e empilhou convocações para as seleções brasileiras de base (Sub-17 e Sub-20), logo atraindo holofotes do futebol estrangeiro. Acabou contratado pelo Shakhtar, celeiro de brasileiros e mercado comumente observado pelas comissões técnicas da Canarinho, mas jamais recebeu uma chance na seleção principal. Bem jogando em bom nível há anos, com regularidade.


Gabi (Espanha)

Olympique de Marseille v Club Atletico de Madrid - UEFA Europa League Final
Olympique de Marseille v Club Atletico de Madrid - UEFA Europa League Final | Ian MacNicol/Getty Images

Antes de Koke herdar a braçadeira de capitão do Atlético de Madrid, esta responsabilidade cabia ao grande Gabi, dono da camisa 14 dos Colchoneros. Foram mais de 350 partidas pelo clube da capital ao longo de nove temporadas, sempre sólido e fundamental para o equilíbrio da equipe de Diego Simeone. É bem verdade que a concorrência em seu setor na seleção da Espanha sempre foi imensa, contudo, o volante tinha talento e rendimento suficientes para 'beliscar' convocações.


Paolo di Canio (Itália)

Lazio's forward Paolo Di Canio (L) and h
Lazio's forward Paolo Di Canio (L) and h | CARLO BARONCINI/Getty Images

Forte, vigoroso, dono de uma finalização potente e boa velocidade, o centroavante italiano nunca foi convocado para Azzurra por motivos que 'transcendem' o mundo do futebol: sua simpatia à ideologia fascista. Ídolo da torcida da Lazio, di Canio foi multado diversas vezes por comemorar seus gols fazendo a saudação tradicional do período do regime ditatorial de Benito Mussolini.

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