O que Khelaifi pensa sobre eventual saída de Vitinha do PSG para o Real Madrid?
- Magnata ainda não 'engoliu' transferência de Mbappé
- Na visão dele, a história não pode ser repetida
Por Fabio Utz

Não é novidade alguma que o Real Madrid está de olho em Vitinha, uma das principais peças do Paris Saint-Germain. Também se sabe que o próprio meio-campista se interessa pela possibilidade de vestir a camisa merengue.
Só que uma eventual operação pela transferência do atleta tende a ser travada por nada menos que Nasser Al-Khelaifi, dono do clube francês. E isso muda qualquer perspectiva de avanço do negócio. Abaixo, o 90min explica um pouco mais deste cenário que, mais uma vez, coloca em lados opostos dois gigantes do futebol europeu.
O que Khelaifi pensa sobre eventual saída de Vitinha do PSG
Vitinha se transformou em um jogador fundamental do time do PSG. O jogo da equipe passa pelos seus pés. Não à toa, é visto como um profissional com alta capacidade de controlar o ritmo de uma partida, lançar bolas em profundidade e sustentar a estrutura da equipe em jogos de alta pressão.
Sendo assim, se trata de um jogador estratégico. Ou seja, que não está à venda. Permitir que um atleta deste porte se transfira para o Real Madrid, na visão de Khelaifi, seria interpretado como uma concessão inaceitável. Isso não só fortaleceria o rival, como também transmitiria uma mensagem de fragilidade institucional que o clube francês quer evitar a todo custo.
Nos bastidores do Parque dos Príncipes, entende-se que as relações entre grandes clubes também se desenrolam na esfera política. Cada negociação representa uma reivindicação. Cada decisão constrói ou diminui a autoridade. Portanto, se mantém uma posição absolutamente firme a respeito do futuro do meio-campista.
Saída de Mbappé ainda tem reflexos na relação entre os clubes
A saída de Kylian Mbappé para o Real Madrid deixou uma ferida profunda no Paris Saint-Germain. Além do impacto esportivo, o golpe foi simbólico. Perder seu craque e vê-lo triunfar na capital espanhola desestabilizou o equilíbrio entre duas potências que competem dentro e fora de campo.
O fato está 'anotado no caderno' de Al-Khelaifi, e o magnata não está disposto a repetir a história. Acostumado a protagonizar movimentos estratégicos em momentos decisivos, o clube merengue observa pacientemente o desenrolar dos fatos.
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