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6 despedidas marcantes que movimentaram o futebol europeu recentemente

  • Mohamed Salah e Antoine Griezmann anunciaram suas saídas de Liverpool e Atlético de Madrid
  • Se juntam a lendas como Thomas Müller, Luka Modrić e Kevin De Bruyne que também protagonizaram despedidas emocionantes
Griezmann se juntará ao Orlando City ao final da temporada
Griezmann se juntará ao Orlando City ao final da temporada | Anadolu/GettyImages

O futebol europeu viveu nos últimos anos uma sequência de despedidas que encerraram capítulos históricos. Jogadores que não apenas vestiram camisas pesadas, mas que ajudaram a construir identidades, redefinir estilos de jogo e marcar gerações inteiras de torcedores. A saída de Mohamed Salah do Liverpool e o anúncio de despedida de Antoine Griezmann do Atlético de Madrid são apenas os exemplos mais recentes desse movimento.

Salah encerra uma era em Anfield como um dos maiores da história dos Reds, responsável por recolocar o clube no topo da Europa. Já Griezmann protagoniza uma das relações mais simbióticas do futebol moderno: jogador e clube cresceram juntos, a ponto de ser difícil definir onde começa um e termina o outro.

Mas eles não estão sozinhos. Outras despedidas igualmente marcantes aconteceram recentemente, com ídolos que ajudaram a moldar o futebol europeu em diferentes ligas. O 90min lista essas e algumas das mais emblemáticas.

1. Mohamed Salah

Mohamed Salah
Salah anunciou sua saída do Liverpool após o fim da atual temporada | Alex Pantling - UEFA/GettyImages

Poucos jogadores redefiniram tanto a identidade de um clube quanto Salah no Liverpool. Desde sua chegada em 2017, o egípcio transformou o ataque dos Reds, acumulando 255 gols e colocando o clube novamente entre os times mais temidos da Europa.

Sua despedida tem um gosto agridoce. O fim chega após desgaste em meio à renovação do elenco, mas o legado é inquestionável. Salah foi protagonista da Champions League de 2019 e de dois títulos da Premier League, marcando gols e moldando uma geração.

2. Antoine Griezmann

Antoine Griezmann
Griezmann celebra gol com a camisa do Atlético de Madrid diante da torcida colchonera | Sports Press Photo/GettyImages

Griezmann e Atlético de Madrid são praticamente a mesma história. Desde 2014, o francês virou o rosto de uma equipe competitiva, resiliente e emocionalmente intensa. Maior artilheiro da história do clube, ele saiu, voltou e reconquistou a torcida.

Sua despedida agora acontece pela porta da frente. É uma relação que transcende títulos. Griezmann se fundiu ao Atlético — não é possível determinar onde ele começa e onde o clube termina. Ele simboliza a era de Diego Simeone e a mentalidade colchonera.

3. Thomas Müller

Thomas Mueller
Müller se despediu do Bayern de Munique após a Copa do Mundo de Clubes | Justin Setterfield - FIFA/GettyImages

Se existe um jogador que personifica um clube, esse jogador é Müller. Foram 25 anos ligados ao Bayern de Munique, 756 jogos e 33 títulos.

Mais do que números, ele representou o espírito coletivo do Bayern. Sem protagonismo midiático exagerado, construiu uma carreira baseada na inteligência tática, na generosidade e na liderança silenciosa. Sua saída marca o fim de uma era dominante do clube na Alemanha e na Europa.

4. Marco Reus

Marco Reus se despede do Borussia Dortmund
Marco Reus se despede do Borussia Dortmund | INA FASSBENDER/GettyImages

A história de Reus com o Borussia Dortmund é uma das mais românticas do futebol moderno. Em tempos de transferências constantes, ele ficou. Recusou propostas maiores, enfrentou lesões e permaneceu como símbolo do clube.

Sua despedida, com cerveja paga para torcedores e homenagens emocionantes, sintetizou o vínculo com a torcida. Não foi a carreira mais vitoriosa, mas foi uma das mais autênticas.

5. Luka Modrić

Luka Modric
Modric se despediu do Real Madrid após campanha na Copa do Mundo de Clubes | Buda Mendes/GettyImages

De contestado a lenda. Modrić chegou ao Real Madrid em 2012 sob desconfiança e saiu como um dos maiores da história. Foram seis Champions League, Bola de Ouro e protagonismo em uma das eras mais vencedoras do clube.

Sua saída simboliza o fim de um meio-campo histórico e de uma geração que dominou a Europa por mais de uma década.

6. Kevin De Bruyne

De Bruyne recebe homenagem no Etihad Stadium após última partida pelo Manchester City
De Bruyne recebe homenagem no Etihad Stadium após última partida pelo Manchester City | ANNE-CHRISTINE POUJOULAT/GettyImages

De Bruyne foi o cérebro da era moderna do Manchester City. Em dez anos, acumulou títulos e transformou o estilo de jogo do clube.

Sua despedida confirmou o tamanho de sua influência. Ele foi o motor criativo de um time dominante e ajudou a elevar o City ao patamar de potência europeia.


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