Com foco em encontrar treinador, Flamengo deixa renovações em 'segundo plano'

Diego Alves e Diego Ribas são os dois atletas com os contratos mais 'curtos': até dezembro de 2020.
Diego Alves e Diego Ribas são os dois atletas com os contratos mais 'curtos': até dezembro de 2020. / Wagner Meier/Getty Images
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Sem um treinador, após Jorge Jesus acertar sua ida para o Benfica, o Flamengo tem como prioridade máxima encontrar alguém para comandar o time no restante da temporada. Com tal missão em mente, o clube carioca tem deixado algumas outras demandas em segunda plano, como, por exemplo, a renovação de contrato de algumas peças do elenco rubro-negro.

Das renovações, como informa o UOL Esporte, os casos mais urgentes são do goleiro Diego Alves e do meio-campista Diego Ribas. Ambos têm contrato com o Mais Querido apenas até o próximo dia 31 de dezembro e ainda não têm certeza quanto ao futuro no Rio de Janeiro.

A dupla Alves e Ribas têm total prestígio dentro do Flamengo.
A dupla Alves e Ribas têm total prestígio dentro do Flamengo. / Buda Mendes/Getty Images

Para além do foco em encontrar um treinador, o Flamengo também havia segurado as conversas com os ‘capitães’ por conta da pandemia do novo coronavírus, visto o impacto financeiro e também as incertezas quanto ao rombo nos cofres do clube. Assim, os diálogos pelas ampliações dos vínculos foram praticamente ‘esquecidos’.

De todo modo, apesar dos empecilhos quanto a prorrogação dos contratos, Diego Alves e Diego Ribas vivem situações diferentes, com o goleiro tendo sua permanência quase certa – dado seu status e importância dentro do clube – e o meia com o futuro mais incerto – considerando que, embora ele também tenha muito prestígio, há dúvidas quanto a uma nova ampliação.

Flamengo também tem preocupações com situação contratual de Rafinha.
Flamengo também tem preocupações com situação contratual de Rafinha. / Bruna Prado/Getty Images

Além da dupla, o Flamengo também tem que se acertar com o lateral-direito Rafinha. O veterano tem vínculo com o Rubro-Negro até o meio do ano que vem, no entanto, há uma cláusula em seu contrato que permite sua saída do clube sem custos para o exterior. Para o mercado interno, há uma multa de R$ 33 milhões.  

Internamente, no entanto, o clube não pensa em perder o lateral em hipótese alguma, visto, além da capacidade técnica e tática, a sua influência dentro do grupo e a liderança.

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