Champions League 2019/20: formato de ‘jogo único’ é a condensação perfeita do mata-mata

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Jogo único reúne tudo da “ida e volta” em apenas um confronto. | MANU FERNANDEZ/Getty Images

A Champions League 2019/20, devido à pandemia do novo coronavírus, tem sido disputada (desde as quartas de final) em jogos únicos, em Portugal, o que, pelo sucesso e pela ‘novidade’, levanta o pertinente questionamento: mata-mata é melhor em ida e volta ou em jogo único? A questão é complicada e, sem dúvidas, divide opiniões. Porém, é inegável que há pano para muita discussão.

O ponto de largada para tal debate, talvez, seja o de separar os prós e contras de cada modelo.
Vamos por partes.

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Facebook quebrou o recorde de uma transmissão esportiva com PSG e RB Leipzig. | DAVID RAMOS/Getty Images

No primeiro formato, de ida e volta, é possível destacar a emoção dos torcedores em cada estádio (mandantes e visitantes), as chances de reviravoltas épicas, a oportunidade de surpreender um adversário em um segundo embate, e vários outros fatores, que, no geral, focam no fator “casa”. Por ora, tudo certo.

Já no segundo, de jogo único, é possível notar todos os pontos acima condensados em apenas um confronto. Ou seja, é mais emoção, os duelos se tornam ainda mais históricos, e o fator “casa”, caso o mundo estivesse no “antigo normal”, também não é um problema, já que, sem dúvidas, Lisboa estaria fervilhando de pessoas se não houvesse a pandemia do novo coronavírus. E o melhor de tudo: não há critérios malucos, que, muitas vezes, tornam os jogos sonolentos. É vencer e avançar.

Portanto, embora entenda que ida e volta também é um modelo muito atrativo, vejo o jogo único como um formato mais interessante, disputado, atraente para os espectadores, e, sem dúvidas, muito mais emocionante.  

Mas e aí, boleiros e boleiras, o que vocês acham?

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