O caso de assédio moral e sexual a uma funcionária da CBF, por parte de Rogério Caboclo, ganha novos fatos. Em reportagem publicada nesta sexta-feira, o globoesporte.com revela que o dirigente tentou comprar o silêncio da vitima com o pagamento de R$ 8 milhões, verba oriunda do caixa da entidade que comanda o futebol nacional.
Enquanto o futebol pernambucano agonizando, Evandro Carvalho defendendo ( lambendo as botas) o presidente Caboclo da CBF de acusação de assédio sexual.
— Daniel Guedes (@DanielGuedesda3) July 18, 2021
A reportagem, inclusive, teve acesso às minutas de um acordo que comprovam que Caboclo, inclusive, participou das tratativas. Porém, as mesmas não foram finalizadas por dois motivos: a diretoria da CBF rejeitou o uso da verba da confederação para este fim, e a funcionária não deu o ok para os termos sugeridos e pôs um ponto final nas conversas.
Vocês acham que esses áudios vazados sobre Florentino Perez foram vazados por acaso? Vocês acham que Rogério caboclo foi o único presidente a ter tais atitudes de assédio e bebedeira?
— entrelinhasdojogo (@entrelinhasdoj1) July 15, 2021
Quem acha isso é muito inocente e está por fora da politicagem do futebol.
Houve, ao menos, seis semanas de negociações antes da denúncia, feita no dia 4 de junho e que culminou no afastamento do presidente para análise dos fatos. A partir de então, ele tentou combater versões que confirmam a tentativa de "suborno". Segundo Caboclo, ele sofreu uma tentativa de extorsão, mas preservou o caixa da CBF.
As informações, agora, provam exatamente o contrário. O dirigente, até o momento, não se manifestou sobre as revelações desta sexta-feira.
