Brasileirao Série A

7 momentos marcantes da campanha vencedora do Atlético-MG

Lucas Humberto
O bicampeonato nacional atleticano em sete atos
O bicampeonato nacional atleticano em sete atos / Buda Mendes/GettyImages
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Já provamos que, numericamente falando, o Atlético-MG de 2021 foi uma constante. Equilibrado do gol ao último terço, o Galo teve pouquíssimos momentos de turbulência. E, quando a instabilidade parecia querer tomar as rédeas do time, o preparo mental falou mais alto. Sempre.

Acontece que os momentos mais inesquecíveis de um clube dificilmente são feitos de estatísticas. Pelo contrário. A história é construída com a bola rolando, ídolos sendo forjados e nomes sendo eternizados na memória dos torcedores. Por isso, nós preparamos esta lista.

1. O impacto inicial de Nacho Fernández

Nacho Fernández Atlético-MG Brasileirão
Nacho teve papel fundamental no título brasileiro / JUAN MABROMATA/GettyImages

Antes mesmo da bola rolar pelo Brasileirão, Nacho Fernández mostrou suas credenciais no Campeonato Mineiro. Do contato inicial em diante, o argentino se estabeleceu como motivo principal de muitas alegrias ao torcedor. Onipresente e capaz de fazer a diferença em todos os setores, o meia nunca deixou de ser um pilar de Cuca.

2. Cuca toma as rédeas do time. Para nunca mais soltá-la.

Cuca Keno Atlético-MG Galo Brasileirão
Taça consagra Cuca para sempre na história do Galo / Buda Mendes/GettyImages

As primeiras semanas de trabalho do treinador não foram fáceis. A performance no estadual, as declarações de Hulk sobre não estar sendo bem aproveitado, as polêmicas externas... tudo isso contribuiu para que as dúvidas pairassem sobre o Galo.

No entanto, quando o apito do Brasileirão soou e a sequência de triunfos teve início, os questionamentos se transformaram em gritos de apoio. A taça nacional tem assinatura de Cuca. Da tática ao comportamento dentro e fora das quatro linhas.

3. Chegada de Diego Costa

Diego Costa Atlético-MG Bahia Brasileirão Galo
Atacante não atuou no jogo contra o Bahia / Pedro Vilela/GettyImages

Grande contratação do Galo no segundo semestre, Diego Costa foi um dos muitos nomes que se consagraram com o título brasileiro. Seja pelo renome europeu, experiência conquistado ao longo da vitoriosa carreira ou simplesmente em razão da imponência do centroavante em campo, a sua importância é indescritível.

4. Galo 1 x 0 Internacional: nós ainda estamos aqui

Hulk Rodrigo Dourado Internacional Atlético-MG Brasileirão Título
Triunfo diante do Colorado teve importância intensificada em razão do momento / Pedro Vilela/GettyImages

Três empates consecutivos, sendo que o último deles resultou na eliminação do mineiros da Copa Libertadores. Era tudo que os rivais precisavam para cravar que seria outro ano de quase lá para o clube. Contudo, diante do Colorado, Keno anotou o gol que deu a magra vitória que o Atlético tanto precisava para se recompor. Três pontos valeram 10.

5. Flamengo 1 x 0 Atlético-MG: o anticlímax

Leo Pereira Hulk Flamengo Atlético-MG Brasileirão
Confronto direto manteve cariocas vivo na briga pela taça / Wagner Meier/GettyImages

História nenhuma é feita só de bons momentos, certo? O maior anticlímax de Cuca e seus comandados talvez tenha sido sair derrotado do confronto direto contra o Rubro-Negro. Na ocasião, num jogo no qual nada funcionou para os mineiros, Michael deu três preciosos pontos ao Mais Querido. O placar deu sobrevida aos cariocas, mas a taça já tinha dono.

6. A consagração de Hulk

Hulk Atlético-MG Brasileirão
Camisa 7 está eternizado na história atleticana / Pedro Vilela/GettyImages

Contestado aos montes quando contratado, Hulk talvez ainda não seja considerado ídolo pela torcida, mas certamente tem seu nome cravado na história do clube. Artilheiro do Brasileirão 2021, o vital centroavante teve 25 participações em gols (18 tentos + sete assistências) em 34 jogos. Sem a presença do camisa 7, essa conquista não existiria.

7. Bahia 2 x 3 Atlético-MG: a virada dos 50 anos

Keno Bahia Atlético-MG Galo Brasileirão
Keno brilhou diante do Esquadrão de Aço / Buda Mendes/GettyImages

O jogo do título não poderia ter mais o DNA do Atlético. Numa virada impressionante, construída em cinco minutos já na reta final do segundo tempo, o Galo encerrou um amargo jejum de cinco décadas. Em uma partida de xadrez mental, o time de Belo Horizonte provou que a serenidade acompanha os grandes vencedores.

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