Bryan Ruiz foi contratado após a Copa do Mundo de 2018 como uma solução para o meio-campo do Santos. Apresentado como o novo dono da camisa 10, jamais conseguiu se firmar. Há mais de um ano, as partes buscam um acordo para a rescisão de contrato, só que ele parece cada vez mais longe de ocorrer.
O Santos precisa vender Veríssimo, Kaio Jorge e, se bobear, o Soteldo. Fazer, no mínimo, R$ 150 milhões com essas vendas e resolver os problemas (folha salarial, Cléber Reis, Aguilar, Bryan Ruiz e o que mais aparecer). Apostar na base, no bom e barato e torcer pra não cair
— Caio Ruscillo (@ruscillo) May 20, 2020
Em entrevista ao Canal do Nicola, Pedro Doria, integrante do Comitê Gestor do Peixe, disse que o desejo do jogador torna as tratativas inviáveis. “Neste momento, os números pedidos para esse destrato não compensam. Pode ser que no desenrolar, na retomada do futebol, a gente consiga resolver essa situação”, destacou o dirigente. O clube está em uma situação financeira delicada (de forma unilateral, baixou os salários do grupo profissional durante a pandemia do coronavírus), e Ruiz, que não entra em campo desde 2018, deseja a quitação de vencimentos atrasados para levar a negociação adiante.
INFORMAÇÃO:
— luke cage (@oraufa) May 21, 2020
Faltam apenas 100 gols para o centésimo tento de Bryan Ruiz com a camisa do Santos. ?
O contrato do jogador, que prevê um ganho mensal de quase R$ 600 mil (entre salários e luvas) vai até o final de 2020. E o rendimento em campo mostra que este investimento jamais teve um bom custo-benefício. O costarriquenho fez somente 14 jogos pelo Santos, sendo três como titular. Deu duas assistências e não marcou nenhum gol. Com o atual cenário, a tendência é de que a relação ganhe um ponto final (ao menos de forma oficial, já que restará um passivo a ser solucionado) apenas em dezembro, quando as partes não terão mais vínculo.
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