O Novorizontino chegou à final do Campeonato Paulista como dono da melhor campanha no geral. Sò que quem vai a campo no próximo domingo (8) com a vantagem do empate para ser campeão é o Palmeiras.

Nesta quarta-feira (4), no jogo de ida da decisão, o Verdão, de Abel Ferreira, ganhou do adversário do interior por 1 a 0, na Arena Barueri. Agora, é tentar se impor também no Jorge Ismael de Biasi, fazer valer o resultado conquistado diante da sua torcida e evitar a remontada dos comandados de Enderson Moreira.
Flaco López, o primeiro herói palmeirense
O Palmeiras foi dominador da partida. Mesmo que as chances de marcar tenham sido raras, o time, com bola no chão e troca de passes, praticamente acampou no campo de ataque. No entanto, por essas circunstâncias do futebol, a jogada que culminou na abertura do placar fugiu às características do jogo até então aplicado.
Aos 35 minutos, Marlon Freitas deu longo lançamento, quase que sem pretensão. Sosa dominou entre os zagueiros e serviu Flaco López. O centroavante argentino, bem ao seu estilo, cortou para o meio e arriscou. O chute saiu fraco, mas parou no canto esquerdo de Jordi, que nada conseguiu fazer. Logo na sequência, foi a vez de Flaco servir de garçom. Só que Allan viu seu poderoso arremate carimbar a trave e não entrar.
Carlos Miguel, o segundo herói palmeirense
No apagar das luzes do primeiro tempo, o Novorizontino quase que se aproveitou de erros do Verdão - mais precisamente, de Andreas Pereira - para chegar à igualdade. No lance mais claro, depois do vacilo do meio-campista, Gustavo Gómez acabou cometendo pênalti em Vinicius Paiva.

Eram 46 minutos quando Robson, artilheiro do Paulistão, foi para a cobrança. Ele optou por uma conclusão forte e no meio do gol. Só que Carlos Miguel não saiu do lugar e espalmou para longe, evitando que o rival comemorasse. Sim, se o matador decidiu na frente, o goleiro segurou atrás.
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