3 grandes desafios para o Botafogo no confronto contra o Nacional Potosí, pela pré-Libertadores
- Glorioso abre seu confronto de 2ª fase prévia fora de casa, em Potosí
- Apesar do nível técnico bem inferior de seu adversário, duelo é perigoso por outras razões
Por Nathália Almeida

Hora do "vamos ver" na temporada do Glorioso! A partir desta quarta-feira, 18 de fevereiro, o Botafogo abre sua participação na segunda fase prévia da Copa Libertadores, tendo como missão primordial conquistar a vaga à fase de grupos do torneio mais importante do calendário. Qualquer coisa diferente disso será um duro golpe para as pretensões esportivas e financeiras do clube, já que esta competição é, com sobras, a mais nobre do continente sul-americano.
No aquecimento para o embate contra o Nacional Potosí, rival do Glorioso nesta 2ª fase da pré-Libertadores, o 90min decidiu listar quais são os desafios e dificuldades que este embate reserva para o Alvinegro Carioca. Confira:
1. Altitude
Não é segredo para ninguém que o fator altitude costuma ser um "Calcanhar de Aquiles" para clubes do futebol brasileiro. Acontece que o Botafogo vai encarar o pior dos cenários dentro destas condições adversas, visto que Potosí é terceira cidade mais alta do mundo, situada a 4000m acima do nível do mar – atrá somente de El Alto, também na Bolívia, e Pasco, no Equador. É um contexto extremo que o Glorioso terá que encarar e superar na partida de ida.
2. Logística e calendário intenso
A antecipação do início do Brasileirão aumentou o número de partidas oficiais das equipes nacionais nos primeiros dois meses de temporada, e o Botafogo chega já com "pernas cansadas" para este confronto diante do Nacional Potosí. Em plano domingo de Carnaval, o Alvinegro estava indo a campo no Nilton Santos para encarar o Flamengo pelas quartas de final do Campeonato Carioca e, menos de 48h depois, embarca rumo à Bolívia.
3. Falta de confiança
O fator "mental" é, possivelmente, o grande desafio no caminho do Botafogo neste momento. São cinco derrotas sofridas nas últimas cinco partidas disputadas, sendo quatro delas em clássicos estaduais. O excesso de erros individuais cometidos nestes jogos de alta pressão abalaram a competitividade coletiva do time de Martín Anselmi, cenário que aumenta muito a desconfiança do torcedor alvinegro para os embates contra o Nacional Potosí.
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