Bahia

Treinador luso do Sub-23 do Bahia fala sobre chegada dos portugueses ao Brasil após sucesso de Jesus e Abel

Antonio Mota
Treinador do Sub-23 do Bahia, Bruno Lopes fala sobre chegada dos treinadores portugueses após sucesso de Jorge Jesus e Abel Ferreira. 'É natural'.
Treinador do Sub-23 do Bahia, Bruno Lopes fala sobre chegada dos treinadores portugueses após sucesso de Jorge Jesus e Abel Ferreira. 'É natural'. / Gualter Fatia/Getty Images
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Mais um português no Brasil. O Bahia anunciou, na última quarta-feira (14), o novo comandante do seu Sub-23 (ou Aspirantes): Bruno Lopes. Aos 37 anos, o jovem técnico gajo aceitou o convite do Esquadrão de Aço e trocou a Europa pela América do Sul. Em entrevista ao Jornal “O Jogo”, de Portugal, o técnico falou sobre o que o fez vir para o País do Futebol e comentou sobre a trajetória recente dos lusos no território sul-americano.

“Foram várias [que o levaram a aceitar o convite do Bahia]. Em primeiro lugar, o projeto do Esporte Clube Bahia para o escalão de Sub-23, aqui denominado como equipa de transição. Analisei a proposta, apercebi-me da visão futurista do clube e achei que se encaixava com o meu perfil e ia de encontro à minha ambição”, declarou Bruno Lopes, antes de emendar:

"Depois, a oportunidade de trabalhar num dos clubes mais prestigiados do Brasil, com uma massa adepta apaixonada e das maiores do país. As condições de trabalho e a qualidade das infraestruturas também me cativaram. Por último, mas provavelmente o que mais pesou na minha decisão, foi a vontade demonstrada pelos dirigentes do clube em que eu fizesse parte deste projeto. "

completou o treinador.

Em seguida, Bruno comentou sobre o histórico recente de sucesso dos treinadores portugueses no Brasil e reconheceu essa face como um facilitador, mas ponderou. “Não considero que o facto de ser português por si só seja uma vantagem ou desvantagem. Obviamente, com os recentes sucessos do mister Jorge Jesus no Flamengo, de Abel Ferreira no Palmeiras e a boa campanha de António Oliveira agora no Atlético-PR, é natural que haja mais receptividade para os treinadores portugueses”, afirmou, acrescentando:  

“Todos nós sabemos que a escola de treinadores portuguesa é das melhores do mundo, mas isso, por si só, não confere nenhuma vantagem, há que aliar competência, conhecimento e profissionalismo”, encerrou.

Em sua entrevista, Bruno Lopes também falou das expectativas para o trabalho e para a sua carreira, do bom começo de trabalho, da adaptação e do Campeonato Brasileiro Sub-23.

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