Grêmio

Romildo fala em "constrangimento", pede solidariedade e descarta premiação extra para Grêmio fugir do rebaixamento

Fabio Utz
Dirigente veio a público para falar sobre momento do clube
Dirigente veio a público para falar sobre momento do clube / Richard Ducker/FramePhoto/Gazeta Press
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O presidente do Grêmio, Romildo Bolzan Júnior, veio a público dois dias depois da derrota para o Sport, pelo Campeonato Brasileiro. Em entrevista para a rádio Guaíba, ele definiu o revés do último domingo, na Arena, como "constrangedor". No entanto, demonstrou certo nível de confiança na fuga do rebaixamento.

Para isso, ele conta com o apoio de todos. "Neste momento, o gremista que é gremista organiza a sua vida a partir da solidariedade ao clube", disse. Segundo o dirigente, a mobilização interna já começou. "Ontem passei o dia no CT. Todos fizeram uma autocrítica. Temos que procurar a solução. Creio que demos um passo nesse sentido. O que aconteceu, aconteceu. É fato consumado. Se a gente ficar remoendo o passado, não buscaremos o futuro. Todos nós estamos devendo."

Nesta quarta-feira, o Grêmio tem mais uma chance de sair do Z-4 - embora dessa vez não dependa apenas de si. O time recebe o Cuiabá e precisa, mais do que nunca, dos três pontos. Romildo descarta, por exemplo, uma premiação extra aos atletas para tentar escapar do rebaixamento. "Esta é uma lógica mercantilista. Não podemos subestimar a dignidade, a honra e a capacidade de compromisso que os jogadores têm com o clube. Esse é o primeiro raciocínio para o fracasso", completou. Para o próximo jogo, Villasanti, com a seleção paraguaia, e Borja, lesionado, são desfalques.

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