Richarlison se une à corrente que clama por Justiça a brasileiro, ex-funcionário de volante, preso na Rússia

Fabio Utz
Crystal Palace v Everton - Premier League
Crystal Palace v Everton - Premier League / Chloe Knott - Danehouse/Getty Images
facebooktwitterreddit

São mais de 560 dias preso na Rússia. Robson Oliveira, ex-motorista do volante Fernando, hoje no Beijing Guoan, da China, ainda será julgado por tentativa de tráfico e contrabando, podendo ser condenado a um mínimo de 15 anos de detenção (a pena máxima é de prisão perpétua). Pois ele ganhou o apoio de Richarlison, atacante brasileiro que atua no Everton, da Inglaterra.

Fazendo coro à #JustiçaPorRobson, ele escreveu: "UM BRASILEIRO EM APUROS NA RÚSSIA. Robson Oliveira está preso em Kashira, na Rússia, há mais de um ano por um crime que não cometeu". A corrente ganha cada vez mais força, com torcedores inclusive "invadindo" as redes sociais da equipe chinesa clamando por uma definição do caso e pedindo apoio ao cidadão.

A companheira do agora detento era cozinheira na casa de Fernando na Rússia. Foi então que surgiu a proposta para ele, que desembarcou no país europeu portando duas caixas de Mytedom 10mg (cloridrato de metadona), proibido em território russo por ser utilizado por quem tenta se livrar do vício por ópio ou heroína. O medicamento, que também ajuda no combate a dores, era para o sogro do atleta e estava em bagagem que tinha como destino os familiares do profissional.

FBL-CHN-CSL-BEIJING-GUOAN-GUANGZHOU-EVERGRANDE
FBL-CHN-CSL-BEIJING-GUOAN-GUANGZHOU-EVERGRANDE / STR/Getty Images

No entanto, foi Robson quem "pagou o pato" e se viu praticamente sem ajuda do patrão para buscar uma solução. A família do jogador alega que não sabia da proibição, o que contraria depoimento de testemunhas. Além disso, diz que sempre prestou apoio econômico e jurídico ao ex-funcionário e que jamais negou o destino dos comprimidos.

Quer saber como se prevenir do coronavírus? #FiqueEmCasa e clique ​aqui.

facebooktwitterreddit