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Reforços? Novos proprietários do Chelsea buscam aporte bilionário para investimentos no clube

Lucas Humberto
Sterling é um dos contratados para a temporada 2022/23, mas Blues querem mais
Sterling é um dos contratados para a temporada 2022/23, mas Blues querem mais / Jacob Kupferman/GettyImages
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Dor de cabeça? Segundo informações do jornal Financial Times, os novos proprietários do Chelsea estão levantando £ 800 milhões em dívidas - aproximadamente R$ 5,2 bilhões - para financiar mudanças no clube, incluindo reforços para o elenco principal. Vale lembrar que, em maio, o consórcio liderado pelo empresário norte-americano Todd Boehly adquiriu os Blues em transação que envolveu £ 2,5 bilhões, além do compromisso de £ 1,75 bilhão em investimentos.

Esse financiamento será dividido em duas partes: a) uma linha de crédito rotativo de aproximadamente £ 300 milhões para capital de giro; e b) um empréstimo de £ 500 milhões referente aos investimentos prometidos. Entre as prioridades de Boehly estão a melhoria da estrutura do Stamford Bridge, das categorias de base, e novas peças para Thomas Tuchel. O Bank of America e o JP Morgan são citadas como as instituições envolvidas nas operações.

Nesta semana, os Blues anunciaram o executivo Tom Glick para o cargo de presidente de negócios. Ele será responsável por conduzir a estratégia comercial da agremiação. Por enquanto, a nova diretoria segue sem um diretor esportivo. Em paralelo, o gigante londrino segue se movendo nos bastidores da bola. Foram anunciadas as seguintes contratação: o zagueiro Kalidou Koulibaly, ex-Napoli, e Raheem Sterling, ex-Manchester City.

Raheem Sterling, atacante do Chelsea
Chelsea está em pré-temporada / Jacob Kupferman/GettyImages
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