Quais são os jogadores que o São Paulo ainda pensa em vender neste ano de 2021?

Nathália Almeida
Mar 16, 2021, 12:21 PM GMT-3
Jovens revelados no São Paulo ainda podem ser negociados neste ano
Jovens revelados no São Paulo ainda podem ser negociados neste ano | Alexandre Schneider/Getty Images
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Ao estabelecer uma meta ambiciosa com vendas de jogadores em sua previsão orçamentária - projetou R$ 176 milhões em caixa somente com a negociação de atletas -, o São Paulo sabe que 'elevou o sarrafo' e precisará fazer esforços para alcançar ou chegar próximo dessas cifras. Até meados deste mês de março, o Tricolor já havia batido 47% deste valor somente com duas negociações: Brenner, que rumou ao FC Cincinnati; e Weverson, vendido ao Red Bull Bragantino. Mas agora, quais são os próximos passos?

De acordo com a apuração do UOL Esportes, a diretoria tricolor não tem uma 'lista de negociáveis' traçada/engessada, mas entende que o mercado está bem mais inclinado a negociações que envolvam jovens atletas com potencial de revenda futura. Por se tratar de um clube que revela talentos em profusão - Cotia é, reconhecidamente, um dos melhores trabalhos de base do país -, a tendência é que vejamos mais alguns garotos deixando o Morumbi nesta temporada.

Diego Costa, Vitor Bueno, Reinaldo
Diego Costa é visto como um nome de grande potencial de mercado | Pool/Getty Images

A fonte citada garante que não há uma hierarquia ou preferência no Morumbi sobre possíveis vendas, mas que a necessidade de fazer caixa com negociações guiará as decisões do clube: Brenner estava em alta e vinha sendo cada vez mais prestigiado no Morumbi, mas a proposta apresentada pelo Cincinnati foi considerada irrecusável.

De qualquer forma, a diretoria tricolor acredita que o mercado tende a focar em seus jovens atletas, com as seguintes negociações (hipotéticas) em pauta: Igor Vinícius, Walce, Diego Costa, Luan, Liziero, Rodrigo Nestor, Igor Gomes e Gabriel Sara, além de Helinho, que está emprestado ao Red Bull Bragantino. Vale lembrar que boa parte dos garotos formados em Cotia têm multa rescisória alta de 50 milhões de euros, valor padrão estabelecido durante a gestão Leco.

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