Presidente eleito do Galo pretende mudar forma de se relacionar com o técnico Jorge Sampaoli

Fabio Utz
Miguel Schincariol/Getty Images
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Sérgio Sette Câmara, atual presidente do Atlético-MG, já admitiu que seu relacionamento com o técnico Jorge Sampaoli praticamente inexiste. Pois esta situação o futuro comandante do Galo, Sérgio Batista Coelho, pretende mudar.

Em sua primeira entrevista coletiva após ser escolhido para o cargo, ele afirmou que estará presente em tempo integral, frequentando com assiduidade a Cidade do Galo, centro de treinamentos do clube e que se tornou, desde a chegada do treinador argentino, uma espécie de bunker. Poucas pessoas, inclusive funcionários, têm a liberdade de circular pelo local. "Sou uma pessoa de fácil trato e me relaciono bem com todo mundo. Não vejo nenhum tipo de problema no relacionamento com o Sampaoli. Sou o presidente do cube, vou despachar onde tiver que despachar. Respeitando, claro, o trabalho dos profissionais. Eu não posso tumultuar um treino, tenho senso quanto a isso", definiu.

Entre o fina dos anos 1990 e o início da década de 2000, Coelho integrou o principal departamento da instituição (futebol). Por isso, acredita estar apto a lidar com os profissionais a partir de 1º de janeiro, quando assume o cargo. "Sei como lidar com isso, tem que ter equilíbrio emocional, é preciso de algumas qualidades e às vezes ajuda de algumas pessoas quando estiver muito angustiado, se aparecer alguma dificuldade procurar quem possa ajudar. Minha vida inteira foi trabalhando muito, resolvendo muitas questões às vezes indesejadas. Isso não me preocupa, sempre me senti muito preparado para essas questões", concluiu. No momento, ele já realiza o trabalho de transição, tomando pé da situação fiscal e financeira do Atlético-MG. Ao mesmo tempo, monta a sua estrutura diretiva.

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