Flamengo

Os grandes destaques da goleada do Flamengo sobre o Madureira

Antonio Mota
Apr 6, 2021, 9:20 AM GMT-3
5 a 1 e a ‘receita’ para o sucesso do Flamengo: agressividade, repertório e ofensividade. Mas há um “porém”.
5 a 1 e a ‘receita’ para o sucesso do Flamengo: agressividade, repertório e ofensividade. Mas há um “porém”. | Alexandre Neto/Photopress/Gazeta Press
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Avassalador. Impiedoso. Insaciável. E afiado para a Supercopa do Brasil... o Flamengo passou com tudo por cima do Madureira no Raulino de Oliveira, em Volta Redonda, na noite da última segunda-feira (5), pela 8ª rodada do Campeonato Carioca de 2021. O placar de 5 a 1 – e poderia ter sido mais largo – fala por si só, mas o desempenho e todo o conjunto da engrenagem rubro-negra vão além.

Contra o MEC – assim como foi em partes contra o Bangu –, o Mais Querido mostrou repertório, ofensividade e um ritmo excepcional, sobretudo para um início de temporada. O “esboço” do Flamengo de 2021 é muito bom, tem volume, traços bem definidos de Rogério Ceni e demonstra estar no caminho certo. Uma equipe que tem tudo para deslanchar ao longo do ano, mas vamos por partes.  

Com força máxima (Rodrigo Caio voltou e formou a dupla de zaga com Willian Arão), o Flamengo não deu chances ao Madureira e foi melhor do começo ao fim. Fez o dever de casa e deu uma aula de organização, movimentação e muita variedade de jogadas. E os números da partida mostram parte do que foi a noite em Volta Redonda: o Fla teve 73% de posse de bola, finalizou 27 vezes – 15 na direção do gol – e teve 8 escanteios. Um massacre. 

Além disso, o Rubro-Negro colocou três bolas na trave, teve um gol mal anulado e perdeu algumas boas chances. Fica para a próxima. O fato é que o Flamengo viveu uma noite beirando a perfeição, mas há um “porém”: o lado direito da defesa. E não pelo gol sofrido, mas pelas oportunidades que o MEC criou e por alguns deslizes de Arão. Ceni precisa se atentar um pouco mais ao sistema defensivo.

No mais, o Flamengo foi o dono da partida contra o Madureira e o placar não poderia ter sido outro. Agora, porém, o desafio é muito maior: contra o Palmeiras, no Mané Garrincha, às 11h (de Brasília) do próximo domingo (11), pela final da Supercopa do Brasil.

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