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Orçamento do Grêmio confirma queda de receitas para 2022; futebol terá redução drástica

Fabio Utz
Tricolor precisa readequar finanças para disputar a Série B
Tricolor precisa readequar finanças para disputar a Série B / Silvio Avila/GettyImages
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O Grêmio oficializou o seu balanço para 2022, ano em que disputará pela terceira vez na sua história a Série B do Campeonato Brasileiro. O rebaixamento, claro, impacta fortemente nas finanças do clube, que mesmo assim prevê um superávit de R$ 385 mil ao final do período.

A readequação é gigantesca. Se em 2021 somente o futebol profissional gastou mais de R$ 356 milhões, para o atual ciclo este número cai para pouco acima dos R$ 180 milhões. As receitas projetadas relativas ao principal departamento da instituição também diminuem praticamente pela metade - de R$ 360 milhões para R$ 191 milhões, sendo R$ 95 milhões oriundos da venda de atletas.

Um ponto bastante crítico diz respeito aos contratos de televisão. A arrecadação de R$ 182 milhões em 2021 cairá para apenas R$ 66 milhões em 2022, uma diferença de R$ 63,25%. Em compensação, pensa-se em aumentar as receitas com quadro social (6,7%) e marketing / comunicação (6,5%).

No geral, somando todos os departamentos, o Grêmio acredita em uma receita de pouco mais de R$ 305 milhões, contra R$ 514 milhões de do ano que recém terminou. Em consequência, também irá gastar menos: R$ 304 milhões - em 2021 foram R$ 488 milhões saindo dos cofres.

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