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Números de Borja em 2021 são suficientes para fazer do colombiano um natural titular no Grêmio

Fabio Utz
Atacante ainda é um dos artilheiros da Libertadores
Atacante ainda é um dos artilheiros da Libertadores / RAUL ARBOLEDA/Getty Images
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Emprestado pelo Palmeiras até o final de 2022, Miguel Borja faz, nesta segunda-feira, a sua estreia com a camisa do Grêmio. O atacante colombiano chega à Arena como uma espécie de solução para os problemas ofensivos da equipe - Diego Souza, por exemplo, já não consegue ser o mesmo do início da temporada. Se o colombiano repetir, em Porto Alegre, os números atingidos até o momento em 2021, há quase que uma certeza de que terá papel decisivo para evitar o rebaixamento do Tricolor no Campeonato Brasileiro.

Antes de defender a equipe gaúcha, o camisa 9 estava cedido ao Junior Barranquilla, equipe de seu país. Somente neste ano, ele disputou 22 partidas e fez 14 gols - 6 pela Libertadores e 8 pelo Campeonato Colombiano. Ficou em campo 1.753 minutos, segundo o Transfermarkt, o que dá a média de uma bola na rede a cada 125 minutos. Além disso, deu duas assistências. Como curiosidade, mesmo com o torneio continental chegando às quartas de final a partir deste semana, Borja ainda lidera a lista de artilheiros ao lado de Hulk (Atlético-MG), Gabigol (Flamengo) e Rony (Palmeiras).

O colombiano disputará sua primeira partida pelo clube gaúcho diante da Chapecoense, pela 15ª rodada do Brasileirão, tendo a responsabilidade de fazer os gols que praticamente inexistem em favor dos comandados do técnico Luiz Felipe Scolari. O Grêmio, até o momento, tem o pior ataque da competição com apenas seis gols. Por isso, de antemão, é possível dizer que o gringo possui à sua frente um espaço bastante fácil de ser ocupado. Basta repetir, agora com a camisa azul, o retrospecto da primeira metade de 2021.

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