Futebol brasileiro

Libra e Futebol Forte marcam reunião para debater estrutura de liga brasileira; entenda

Matheus Nunes
Futebol brasileiro pode passar por grandes transformações em termos administrativos
Futebol brasileiro pode passar por grandes transformações em termos administrativos / Miguel Schincariol/GettyImages
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Representantes da Liga Forte Futebol e da LIBRA vão se reunir na próxima segunda-feira (18), em São Paulo, com o intuito de entrarem em consenso para estruturação da liga do futebol brasileiro. As informações são do jornalista Paulo Vinícius Coelho.

Estarão presentes na conversa três intermediários da LIBRA - representantes de Corinthians, Santos e Bragantino -, e outros que fazem parte dos 25 times que integram o Futebol Forte. Acredita-se que o maior entrave para que uma nova liga seja responsável pelo Brasileirão, a partir de 2025, seja a distribuição de receitas.

Ao Blog do PVC, o presidente do Fortaleza, Marcelo Paz, se mostrou esperançoso para que o novo modelo seja aprovado. "O ideal é chegar aos 40 clubes. Está mais perto do que nunca. Porque hoje, há apenas dois blocos. Não há mais quinze pensando de um jeito, dez pensando de outro, mais outro grupo de quinze... São só dois blocos", afirmou.

O mandatário tricolor também falou sobre o novo modelo em questão que está sendo discutido. Segundo ele, a ideia trará mais justiça e meritocracia ao futebol brasileiro, como existe na Europa.

"Queremos buscar mais justiça, meritocracia. Não podemos mais ter discursos modernos e práticas antigas. Veja a Europa, onde os clubes médios e pequenos têm vida. O Aston Villa contratou Phillippe Coutinho, o Betis levou Luiz Henrique, do Fluminense, Scarpa vai para o Nottingham Forest, Gabriel Sara para um clube da Segunda Divisão, o Norwich. A Atalanta contratou o Éderson, que foi nosso jogador no Fortaleza, por R$ 96 milhões, da Salernitana. Qual clube brasileiro pode contratar um jogador por R$ 96 milhões? Só o Flamengo, talvez", disse Paz.

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