Inter inicia returno com retrospecto invejável, mas precisando se atentar a futuros duelos com principais rivais

Fabio Utz
Alexandre Schneider/Getty Images
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O Internacional inicia o segundo turno do Campeonato Brasileiro com uma missão: manter a liderança. Nas 19 rodadas iniciais da competição, o time comandado pelo técnico Eduardo Coudet conquistou 35 pontos, acumulando dez vitórias e apenas quatro derrotas. Destrinchando esses números, vale destacar alguns aspectos.

Apenas três vitórias foram obtidas diante de rivais que chegaram a este final de semana na primeira página da tabela: Atlético-MG, Santos e Sport. As demais vieram sobre equipes, na teoria, menos qualificadas: Ceará, Atlético-GO, Botafogo, Vasco da Gama, Coritiba, Red Bull Bragantino e Athletico-PR.

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OK, alguém pode dizer que os três pontos são os mesmos, o que não deixa de ser uma verdade. Mas projetando a sequência da competição, possivelmente o Inter precise fazer resultados frente aos adversários que lutam com ele pela ponta da tabela - a disputa é tão acirrada que quatro times podem terminar a rodada de número 20 com os mesmos 35 pontos, o que aumenta a importância de se vencer confrontos diretos para não ficar para trás. E, somente para se ter uma ideia da dificuldade a ser encarada, quatro duelos contra atuais integrantes do G-6 ocorrerão fora de casa - frente a Flamengo, Galo, São Paulo e Peixe. Somente o Fluminense o Colorado pegará no Beira-Rio, onde já ganhou seis embates no Brasileirão.

É impossível desmerecer o que o Inter fez até agora. Está, sim, muito forte na briga pelo título. Mas, como o próprio Coudet diz, não se pode ter a certeza do que é viável fazer daqui em diante ou até onde a equipe pode chegar. O desafio se mostra, sim, dos mais complicados.

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