"Fico" de Pepê significa muito mais que uma política de futebol; jogador é esperança de dias melhores para o Grêmio

Fabio Utz
Buda Mendes/Getty Images
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Depois de Pedro Rocha, Everton. Depois de Everton, Pepê. A efetivação do camisa 25 como titular do Grêmio após a saída de Cebolinha avaliza a política de formação de base do Tricolor. Mas, neste momento, o fato de o clube gaúcho ter conseguido segurar o atleta mesmo com uma proposta tentadora do Porto significa muito mais que a continuidade de um projeto.

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Pepê, pelo que vem demonstrando em campo, já pode ser considerado, no plantel azul, o único jogador capaz de fazer algo diferente dentro das quatro linhas. Ele é veloz, tem drible, aprimorou a conclusão e parece estar iluminado. Precisou de muito pouco tempo para, literalmente, se afirmar. Hoje, o Grêmio já depende do garoto de 23 anos para decidir uma partida. Se não é ele a partir para cima dos adversários e desmontar um sistema defensivo, não há ninguém que consiga, de forma natural e corriqueira, repetir este tipo de ação.

A equipe comandada por Renato Portaluppi, não é de hoje, perdeu um pouco da identidade vencedora dos últimos anos. E, ao menos que a promessa do vice-presidente de futebol Paulo Luz, de contratar nomes que surpreendam a opinião pública, seja cumprida, o grande nome do momento na Arena tende a manter o atual status durante o tempo em que permanecer envergando a camiseta tricolor. Simples assim. Pepê, no momento, é sinônimo de uma palavrinha mágica: esperança.

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