Futebol brasileiro

Feldman é demitido da CBF, e Coronel Nunes coloca em prática um desejo que já era de Caboclo

Fabio Utz
Dirigente estava na entidade desde 2015
Dirigente estava na entidade desde 2015 / YASUYOSHI CHIBA/Getty Images
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Walter Feldman não é mais o secretário-geral da Confederação Brasileira de Futebol. Ele foi demitido nesta quinta-feira pelo Coronel Nunes, que ocupa a presidência de forma interina depois do afastamento de Rogério Caboclo.

Aliás, a saída do dirigente também era um desejo daquele que mandava na entidade até alguns dias atrás – a alegação era falta de confiança. O cargo, que agora fica com Eduardo Zebini (diretor de mídia) de modo provisório, é o segundo na hierarquia da CBF. E, ao que tudo indica, nenhum vice-presidente se opôs à decisão.

Feldman atuava no futebol desde 2015. No início da semana, ele chegou a participar de um encontro no qual os principais clubes do país manifestaram a vontade de criar uma liga independente e, assim, administrar a competição. Ou seja, as duas principais divisões do esporte no país sairiam do comando da confederação.

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