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Diego Godín diz que foco do ano é a Copa do Mundo e coloca futuro em xeque no Galo: 'Vamos conversar'

Antonio Mota
Diego Godín chegou ao Atlético-MG no início do ano, mas ainda não conseguiu o espaço esperado. Defensor é reserva na atualidade.
Diego Godín chegou ao Atlético-MG no início do ano, mas ainda não conseguiu o espaço esperado. Defensor é reserva na atualidade. / Pedro Vilela/GettyImages
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Contratado no início da temporada pelo Atlético-MG, o zagueiro Diego Godín não tem o futuro assegurado no Mineirão. Em conversa com a Associação Uruguaia de Futebol (AUF), o defensor afirmou que precisa atuar com mais regularidade para chegar em melhores condições à Copa do Mundo, seu grande objetivo para o ano, e até revelou conversas com o Vélez Sarsfield, da Argentina.

“No momento, não posso assegurar nada. Estou avaliando a situação. Cacique me telefonou, é verdade, é público. Falei com ele. Temos uma boa relação, atestou Godín, destacando conversa com o técnico Alexander Medina, ex-Internacional que hoje trabalha no Vélez. O medalhão de 36 anos ainda reforçou qual tem sido o seu maior objetivo nesses últimos anos:

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Godín quer mais minutos em campo no Atlético-MG para chegar bem à Copa do Mundo. Defensor tem conversas com o Vélez. / Omar Vega/GettyImages

“Nesses últimos dois anos de carreira, tenho priorizado a seleção. Saí da Inter [de Milão], que brigava para ser campeão, para Cagliari, que lutava na parte de baixo da tabela, para ter mais minutos. Depois saí do Cagliari, deixei a Europa, abrindo mão de dinheiro”, iniciou o defensor, que hoje é reserva no Atlético-MG.

"Agora, o melhor profissionalmente pensando no esportivo para chegar bem no Mundial, vou fazer. Neste momento, dinheiro não me move, nada que não seja a seleção, estar bem para ajudar o grupo. É o meu pensamento hoje."

completou Godín.

Por fim, Diego Godín comentou sobre o momento de baixa no Galo, com quem tem contrato até o final do ano, e disse que sentará em breve com o clube para tratar sobre a situação. O zagueiro reforçou o foco na seleção. “Tenho que conversar com o clube, com o Atlético-MG, e resolver a situação para o meu bem. Sou um pouco egoísta, penso em mim e a decisão que tomar será pensando no Mundial e na Seleção”, concluiu.

Aos 36 anos, Godín iniciou a carreira no Uruguai, seu país natal, onde passou por Defensor (base), Cerro e Nacional. Em seguida, se mudou para o Villarreal e, depois, acumulou passagens por Atlético de Madrid, Inter de Milão e Cagliari. Ele chegou ao Atlético-MG no início do ano e, até aqui, não conseguiu o espaço imaginado.  

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