Futebol brasileiro

De 1977 para a eternidade: vá com Deus, André Catimba

Fabio Utz
Atacante está na galeria de grandes atacante do Tricolor
Atacante está na galeria de grandes atacante do Tricolor / Edu Andrade/Gazeta Press
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Aos 74 anos, morreu Carlos André Avelino de Lima. O André Catimba. O atacante que foi ídolo de Vitória e Guarani. Mas, acima de tudo, o atacante que mudou o rumo da história do Grêmio.

Muitos torcedores mais jovens, possivelmente, nunca tenham ouvido falar no artilheiro. Talvez conheçam Baltazar pelo gol do primeiro titulo do Campeonato Brasileiro. Certamente idolatram heróis continentais e mundiais, como Renato Gaúcho e Jardel. Porém, o nome de Catimba precisa estar em qualquer galeria de heróis gremistas.

Sim, ele chegou ao clube já aos 30 anos para, em 1977, recolocar o Tricolor em um patamar de equivalência com o rival Internacional, que vinha de um octacampeonato estadual e dominando, também, o cenário nacional. Pois Catimba tratou de acabar com isso. Com um gol que poderia ser simples e significar apenas mais um a dar uma taça de Gauchão para o Grêmio, ele foi responsável direto por esta 'virada'. Se é a comemoração deste lance (no Gre-Nal decisivo), na qual tentou dar um mortal e caiu de barriga, que fica na memória, a bola na rede também precisa ser eternamente lembrada.

O Tricolor é um antes e outro depois de André. E assim será para sempre. Vá com Deus, herói.

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