Opinião

Cruzem os dedos! Pote 2 da Libertadores é, sim, mais temido que o dos líderes de chave

Fabio Utz
Boca e River, naturalmente, são adversários temidos
Boca e River, naturalmente, são adversários temidos / ALEJANDRO PAGNI/Getty Images
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Normalmente, quando chega ao fim a fase de grupos da Libertadores, se faz uma projeção ou outra sobre quais rivais um time não gostaria de pegar logo de cara na fase de oitavas de final. E, por incrível que pareça, dessa vez são as equipes do pote 1 que precisam ter sorte.

De todos os 16 classificados, os maiores campeões do torneio estão no pote 2: Boca Juniors (6 títulos), River Plate (4 títulos), São Paulo e Olimpia (ambos com 3 títulos).

Do outro lado, Flamengo, Palmeiras e Internacional (cada um com duas taças) são os clubes que mais chegam perto do quarteto. Ou seja, é preciso temer.

Em Libertadores, conta muito a história, a tradição, o peso da camisa. Alguém pode dizer, por exemplo, que o Olimpia vem em crise técnica, o que é verdade. No entanto, sua remontada na última rodada do Grupo B é digna de quem sabe jogar essa competição. Já São Paulo e Boca, por exemplo, mesmo na vice-liderança de seus grupos, tiveram duas das defesas menos vazadas da competição.

Logicamente, alguém não vai sair contente do sorteio da próxima terça-feira (1/06). Ao menos um brasileiro terá pela frente um dos clubes citados. A hora é, sim, de cruzar os dedos.

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