Conselho Fiscal do Galo impõe duas ressalvas a contas de 2019, que foram aprovadas por unanimidade

Atlético-MG/Divulgação

Na noite desta sexta-feira, o Conselho Deliberativo do Atlético-MG aprovou por unanimidade as contas do clube referentes a 2019. Porém, o Conselho Fiscal fez duas ressalvas aos números. A primeira diz respeito a gastos com viagens e a segunda, à doação do terreno para a construção da Arena MRV.

Com relação às despesas oriundas de partidas jogadas como visitante, este número chegou à casa dos R$ 10 milhões, sendo R$ 5,2 milhões apenas com viagens internacionais (contra R$ 360 mil da temporada anterior). O gasto médio foi de R$ 742 mil por duelo, mais que o dobro na comparação com 2018. Conforme a direção do Galo, comandada por Sérgio Sette Câmara, os compromissos fora do país foram responsáveis pela elevação dos custos, mas houve, como destaca o Uol Esporte, a recomendação no intuito de revisão da política adotada, com aumento da concorrência entre agências e até a colocação de um setor que faça contato direto com hotelaria, companhias aéreas e empresas de transporte terrestre.

A questão que envolve o terreno, repassado por Rubens Menin, no qual está sendo erguido o novo estádio do Atlético-MG, tem impacto direto no déficit da agremiação. O valor que, em 2018 havia sido de R$ 21 milhões, caiu para R$ 5 milhões em 2019. No entanto, ele seria de R$ 54 milhões
se não fosse a doação das cotas do capital social do estádio. Segundo o Conselho Fiscal, os números negativos poderiam culminar em restrição no Profut, e somente o fato em questão impediu isso.

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