Com 10 casos de coronavírus, time de Marta deixa a disputa da liga norte-americana de futebol feminino

Sarah Killion, Marta Vieira da Silva
Howard Smith/ISI Photos/Getty Images

A liga norte-americana de futebol feminino (NWSL) terá bola rolando no sábado, se tornando a primeira competição de esportes coletivos a ser retomada nos Estados Unidos. No entanto, o Orlando Pride, time da brasileira Marta, decidiu por deixar a disputa. A informação foi confirmada após seis jogadoras e quatro funcionários testarem positivo para o coronavírus.

A instituição, inclusive, já se manifestou oficialmente sobre o tema. "Esse foi um resultado difícil e decepcionante para nossas jogadoras, nossa equipe e torcedores, mas essa é uma decisão que foi tomada para proteger a saúde de todos os envolvidos na Challenge Cup. Todos estávamos empolgados em ver o Pride 2020 em campo neste fim de semana, mas nossa prioridade agora é garantir que nossas jogadoras e equipe se recuperem com segurança, fornecendo todo o suporte possível", disse a vice-presidente Amanda Duffy ao site oficial do clube. A liga também se pronunciou. "A saúde e a segurança de jogadoras e funcionários são a nossa prioridade número um e nossos pensamentos estão com quem luta contra essa infecção, bem como com todo o clube de Orlando, que foi fortemente impactado", destacou a comissária Lisa Baird.

Antes de a bola rolar, todas as atletas serão submetidas a novos testes. Mas, no caso do Orlando, há pouco tempo para a recuperação. O grupo permanecerá em quarentena por 14 dias, e os nomes das pessoas infectadas não foram reveladas. Segundo o jornal The Guardian, o grupo não mantinha regras de isolamento e era visto frequentando bares e festas em função da reabertura da Florida. O clube não acredita que o contágio tenha ocorrido durante os treinamentos.

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