Chegando? Diretor do Corinthians atualiza torcida sobre situação de Jô

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Corinthians v Flamengo - Brasileirao Series A 2017 | Alexandre Schneider/Getty Images

Apesar dos campeonatos de futebol estarem parados por conta do coronavírus, nos bastidores, os clubes ainda se movimentam. Seja com reuniões para estudar a volta dos treinamentos e competições, seja com negociação de jogadores.

Nos últimos tempos, o mercado do Corinthians ganhou duas especulações de peso: Carlitos Tevez e , ambos com passagens vitoriosas pelo clube. Em entrevista ao Globo Esporte, o diretor do Timão, Duílio Monteiro, falou sobre a situação do atacante brasileiro:

Existe, sim, acompanhamento diário da situação dele (Jô). Ele começou aqui, fez muito sucesso aqui, teve excelente passagem em 2017. Se existir a chance dentro de valores compatíveis, sem fazer loucura, ele pode vir. Fora isso, não. Não dá para falar agora.

citou Duílio.

O ex-atacante do Timão, inclusive, acertou sua rescisão de contrato com o Nagoya Grampus, do Japão, e está livre no mercado. Duílio, porém, ressalta que isso não significa que o jogador vem 'de graça', já que existem outras negociações no contrato.

Quando você fala de nomes como Tévez, Jô, quando está livre, o passe passou a ser dele, vamos dizer assim, e isso tem um valor. Fica com 100% dos direitos dele e vai para algum clube, compõe luvas, ou pede que a multa não seja alta para uma possível saída. Cada negócio é de um jeito. Mas não necessariamente estando livre não significa que vem de graça. Na maioria das vezes, não.

explicou Duílio.

Nesse sentido, o diretor ainda explica que o clube tem sido cuidadoso, já que a pandemia causou crises financeiras sem precedentes. O objetivo é pagar as contas urgentes, mas sempre monitorando o mercado atrás de bons negócios para o Corinthians.

Nesse período, a gente vem trabalhando bastante, acertando o fluxo de caixa e monitorando o mercado. Então, a gente não sabe ainda. Estamos fazendo um trabalho grande para ver o que pode ser cortado, adequando receitas, mas a verdade é que não sabemos ainda qual o tamanho da queda de arrecadação. Se voltar em junho é diferente de voltar em julho. Fica difícil prever. Ainda não temos claras as despesas. Trabalhamos com cautela e não concretizamos nenhum negócio por conta disso. Precisamos de um cenário melhor do futuro para fazer novas dívidas.

ressaltou Duílio.