Brasileirao Série A

Jorginho na área! Os números e títulos da carreira do novo técnico do Atlético-GO

Matheus Nunes
O último trabalho do treinador foi no Cuiabá, em 2021
O último trabalho do treinador foi no Cuiabá, em 2021 / Pedro Vilela/GettyImages
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Após a demissão de Umberto Louzer, a diretoria do Atlético-GO agiu rápido ao escolher o substituto para assumir o comando técnico da equipe e acertou com Jorginho, de 57 anos, que retorna ao clube após justamente um ano.

Em 2021 o ex-lateral comandou o Dragão em 13 jogos - perdeu apenas uma vez e teve 71% de aproveitamento. Ele conduziu o clube à semifinal do Campeonato Goiano e entregou o cargo após não concordar com críticas feitas pelo presidente Adson Batista em relação à escalação e alterações no jogo contra o Palestino pela Copa Sul-Americana.

A experiência do tetracampeão no Centro-Oeste começou em 2010, quando ficou por 20 jogos no Goiás, que lutava contra o rebaixamento. O treinador também esteve no Cuiabá, conquistando a vaga para a Copa Sul-Americana.

Jorginho começou sua carreira na área técnica no América (RJ), em 2004. Porém, só teve reconhecimento nacional no Figueirense em 2011, uma das melhores campanhas da equipe catarinense na história do Campeonato Brasileiro, visto que terminou em 7º lugar.

Por conta do desempenho, chamou a atenção de equipes fora do país e assinou com o Kashima Antlers (Japão). Foi no outro lado do mundo que o tetracampeão conquistou seus primeiros títulos como treinador: Copa Suruga Bank e J.League Cup. Ele retornou ao Brasil em 2013, contratado pelo Flamengo. Ficou apenas dois meses na Gávea, tempo suficiente para comandar a equipe em quatro partidas (com 100% de aproveitamento) na vitoriosa campanha da Copa do Brasil, então em seguida assumiu o Vasco. Pelo cruzmaltino foram três temporadas somando todas suas passagens pelo clube, onde conquistou o Campeonato Carioca de 2016.

Seu primeiro trabalho no Nordeste foi entre 2016 e 2017 pelo Bahia, onde chegou para substituir Guto Ferreira. Em 14 jogos, somou seis quatro vitórias, quatro empates e seis derrotas, com um aproveitamento bem abaixo que acarretou na sua demissão.

Depois foram duas passagens rápidas por Ceará e Vasco, até chegar o convite da Ponte Preta em 2019. Na Macaca teve 52,2% de aproveitamento em 31 jogos - o time venceu 13, empatou 11 e perdeu sete vezes). No mesmo ano ele assumiu o Coritiba, onde ficou até 2020, totalizando 28 partidas - 12 vitórias, nove empates e sete derrotas).

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