As opções de Ramon Menezes para armar o Vasco agora sem o "curinga" Marrony

MAURO PIMENTEL/Getty Images
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As dificuldades financeiras deixaram o Vasco da Gama em um brete sem saída. Com o assédio do Atlético-MG em cima de Marrony, não foi possível resistir. Mas agora, se a transferência avaliada em 3,5 milhões de euros (esses é o total da negociação, mas cerca de R$ 13,4 milhões ficarão em São Januário) dá um alívio momentâneo aos cofres do clube, é preciso encontrar soluções para o time dentro das quatro linhas sem a presença do garoto de 21 anos.

Marrony é um jogador que reúne algumas características importantes. Com um bom porte físico (tem 1,84m), o canhoto sempre deixou claro que preferia atuar aberto pela esquerda no setor ofensivo, mas chegou a fazer função pela direita e, também, mais centralizado. Dava alternativas para o treinador, sendo uma espécie de curinga. Sem ele, o técnico Ramon Menezes dificilmente poderá repetir o esquema com três atacantes utilizado por Abel Braga no início da temporada, afinal, só dispõe de duas opções (Vinícius e Talles Magno) de atacantes de lado - ou seja, se um se lesiona, cai por terra qualquer treinamento, a não ser que ocorra uma improvisação.

Sendo assim, a ideia mais clara, neste momento, aponta para um tradicional esquema 4-4-2. Neste caso, Raul, Andrey e Guarín formariam um tripé de volantes, com Benítez sendo o responsável pela armação das jogadas. Na frente, Talles Magno e Cano teriam a responsabilidade de fazer os gols tão necessários para o Vasco, que está com três meses de salários atrasados, afora os oito meses de direitos de imagem. Sim, é problema para tudo quanto é lado.

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