Futebol Internacional

7 jogadores que defenderam rivais na Europa ao longo da carreira

Lucas Humberto
Bremer, destaque do Torino, irá defender outro clube de Turim a partir da próxima temporada: a Juventus
Bremer, destaque do Torino, irá defender outro clube de Turim a partir da próxima temporada: a Juventus / Nicolò Campo/GettyImages
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Superando uma concorrência para lá de qualificada, a Juventus garantiu a contratação do zagueiro Bremer, agora ex-Torino. Para tê-lo no elenco, a Velha Senhora precisou desembolsar 41 milhões de euros (cerca de R$ 227 milhões na atual cotação), mais variáveis de oito milhões. Novo camisa 3, o brasileiro chega como reposição a De Ligt, vendido ao Bayern de Munique.

Melhor defensor da última edição do Campeonato Italiano, Bremer vive momento de plena consolidação nos gramados europeus. Com a transferência, ele protagoniza um movimento de mercado sempre polêmico: trocar um rival por outro. Estes sete atletas que nós citaremos a seguir conhecem bem a sensação.

1. Ronaldo

Ronaldo, ex-atacante da Inter de Milão
Ronaldo marcou época pela Inter de Milão / Claudio Villa/GettyImages

Ronaldo Fenômeno tornou-se ídolo da Inter de Milão pelos feitos e títulos conquistados entre o final dos anos 90 e o início da década de 2000. Depois de cinco anos defendendo as cores do Real Madrid, o camisa 9 voltou ao calcio para defender o rival Milan. Longe da melhor forma física, o brasileiro não conseguiu o mesmo protagonismo de outrora.

2. Zlatan Ibrahimović

Zlatan Ibrahimović, atacante do Milan
Ídolo do Milan, Ibra também fez bonito pela Internazionale / GIUSEPPE CACACE/GettyImages

Dono de um dos currículos mais vastos do futebol mundial, Ibrahimović, assim como Ronaldo, defendeu as cores dos eternos rivais de Milão. Foram três anos de Internazionale (entre 2006 e 2009), e toda uma história no Milan, que, aliás, parece estar longe do final. Já são 158 partidas, dois títulos italianos e uma renovação até 2023.

3. Robert Lewandowski

Robert Lewandowski, atacante do Barcelona
Lewandowski se consolidou também como carrasco do Borussia Dortmund / PATRIK STOLLARZ/GettyImages

Grande protagonista deste mercado de versão, Lewandowski sabe como é estar no centro de transferências polêmicas. Antes de construir um legado de quase uma década no Bayern de Munique, o polonês marcou uma geração de torcedores no Borussia Dortmund. Se a torcida culé não tomar cuidado, logo ele pode estar no Real Madrid...

4. Sonny Anderson

Sonny Anderson, ex-atacante do Lyon
Sonny Anderson em ação pelo Lyon / PASCAL GEORGE/GettyImages

Ex-Vasco da Gama e Guarani, Sonny Anderson construiu sua carreira quase inteira no exterior. Na França, onde o centroavante brasileiro conquistou alguns dos seus principais títulos, ele atuou por Olympique de Marseille e Lyon, os dois representantes do chamado Choc des Olympiques (Clássico dos Olympiques).

5. Luís Figo

Luís Figo, ex-atacante de Barcelona e Real Madrid
Caso de Figo é um dos mais emblemáticos da história quando o assunto é traição no mercado / Mike Hewitt/GettyImages

Quem ousaria pular o muro de Barcelona para Real Madrid, certo? Não é tão simples assim encontrar corajosos para tal. Luís Figo é uma exceção. Depois de cinco anos, oito taças e 248 partidas na Catalunha, o ponta luso resolveu partir rumo à capital espanhola. Foram mais cinco anos, sete troféus e 244 duelos.

6. Sol Campbell

Sol Campbell, ex-zagueiro do Tottenham e do Arsenal
Sol Campbell teve parte da sua formação de base no Tottenham / Alex Livesey/GettyImages

Pilar de Arsène Wenger no histórico Arsenal do início dos anos 2000, Sol Campbell era idolatrado nas arquibancadas de Londres. Bem, pelo menos por uma parte dela. A outra nunca o perdoou por ter saído de graça do Tottenham. Pouca gente se lembra, mas o zagueiro era uma das pratas da casa dos Spurs.

7. Gonzalo Higuaín

Gonzalo Higuaín, atacante do Inter Miami
Transferência de Higuaín indignou a torcida / Maurizio Lagana/GettyImages

Terminaremos a lista como a começamos: um caso de "traição" na Itália. Depois de se tornar recordista de gols em uma edição da Série A, com 36 tentos pelo Napoli, Gonzalo Higuaín se transferiu para a Juventus. A saída do argentino gerou enorme indignação, afinal, havia um crescente sentimento de idolatria por parte da torcida.

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