Ser capitão não é fácil e no ​Flamengo menos ainda... A responsabilidade de bancar a braçadeira de um clube enorme, com uma Nação cobrando dia e noite, não é para qualquer um. Porém, os personagens da lista abaixo parecem ter ‘tirado de letra’. Confira!


Dequinha

(Foto: Trivela)


Líder nato, José Mendonça dos Santos, o popular ‘Dequinha’, não era do estilo de capitão que grita e esperneia, mas parecia ter o time na palma da mão com sua forma de se portar em campo, com muita elegância e pouca marra. O volante rubro-negro “jogava de terno”, não batia e tinha técnica refinada para controlar a partida com sua qualidade e com o respeito que todos tinham por ele.


Zico

Zico

O Deus Rubro-Negro! Arthur Antunes Coimbra, o gênio Zico, não precisa de “introdução”. O eterno camisa 10 é o maior ídolo do Flamengo e foi, também, um dos grandes capitães da história do clube, sendo protagonista em muitas conquistas e um dos responsáveis (dentro e fora de campo) pelo Mais Querido ter ganhado proporções estratosféricas.


Léo Moura

Leo Moura

Léo Moura conquistou apenas dois grandes títulos (Campeonato Brasileiro de 2009 e a Copa do Brasil de 2013) pelo Flamengo, e pedir mais para a realidade do time à época é querer o impossível. Porém, o lateral-direito sempre demonstrou responsabilidade e amor pelo Manto Sagrado e esses fatores são essenciais para um jogador ser um grande capitão. Ídolo, o experiente jogador soube utilizar a braçadeira.


Fábio Luciano

Marcinho (R) and Fabio Luciano of Flamen

Fábio Luciano não construiu uma longa carreira na Gávea, mas a identificação absurda com o clube fazia com que ele fosse mais uma “Cria do Ninho”. Xerifão raiz, o zagueiro voltou da aposentadoria para salvar o Flamengo e ser o líder que faltava para dar ‘liga’ ao grupo rubro-negro.


Diego, Everton Ribeiro e Diego Alves

Everton Ribeiro,Diego Alves,Diego

Três capitães? Exato. O Flamengo de 2019 adotou uma postura diferente e os três mais cascudos do elenco dividiam a faixa de capitão, sendo, ocasionalmente, Diego, Everton Ribeiro e Diego Alves. A ideia era reconhecer o grupo que “começou” com o projeto campeão e partilhar a responsabilidade entre os veteranos do grupo de Jorge Jesus.