​Não é de hoje que o ​Fluminense enfrenta grandes dificuldades para arcar com suas despesas mensais. Desde a chegada de Mário Bittencourt - que venceu as eleições em meados de 2019 -, manter as folhas salariais em dia tem sido prioridade, mas os desafios são ainda maiores neste momento de total paralisação do calendário nacional.


Representante da Comissão Nacional de Clubes (CNC) - que não chegou a um acordo geral com o sindicato dos atletas -, o presidente tricolor dialoga com o elenco profissional do Flu, em busca de um arranjo favorável para os envolvidos. De acordo com o ​Globoesporte, a cúpula do clube propôs um corte variável de 15% a 25% por mês sobre os salários dos jogadores, mas ainda não há consenso interno: a validade desta redução seria prolongada até junho, independente se a bola voltar a rolar antes ou depois, cenário que abre brecha para 'debate'.

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Ao passo que tenta rascunhar um acordo sobre os vencimentos futuros, o clube busca também alternativas para quitar o que está em aberto. No início desta semana, 40% dos salários de fevereiro foram quitados. A diretoria trabalha para pagar o restante antes do vencimento da folha de março (em abril). Nas Laranjeiras, dirigentes, gerentes e prestadores de serviços já abriram mão de 15% dos seus vencimentos, para que o salário de funcionários que ganham menos não seja afetado.


Crédito da foto de cobertura: Lucas Merçon/Fluminense FC

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