​Em uma reviravolta inesperada de curso, ​Ronaldinho Gaúcho e seu irmão mais velho, Assis, tiveram prisão preventiva decretada no início da noite da última sexta-feira (6). Detido pela polícia do Paraguai por uso de passaporte falso, o ex-atleta já se preparava para deixar o país após o Ministério Público local declarar que eles não seriam processados: para o órgão, a colaboração de Ronaldo e Assis com a investigação e o argumento de que estes haviam sido enganados pelo empresário Wilmondes Sousa Lira era suficiente para liberá-los.


A Procuradoria Geral reverteu a decisão e decretou prisão preventiva até o desenrolar do caso, que deve acontecer dentro dos próximos dez dias. Até lá, o ex-camisa 10 e seu irmão estão na sede da força policial conhecida como Agrupación Especializada, em Assunção. 

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Como destaca o UOL Esportes, a primeira noite dos irmãos Assis Moreira na prisão paraguaia rendeu matéria detalhada no Jornal 'ABC Color': alocado em uma ala para detentos 'especiais', longe de presos perigosos, Ronaldinho tem como vizinho um deputado local acusado de enriquecimento ilícito. No mesmo local, também está o ex-dirigente da Associação de Futebol Paraguaia, Ramón Daher. Seus advogados estiveram na prisão para levar cobertores e itens pessoais, e a 'dieta' do ex-jogador foi servida por uma hamburgueria local, via delivery.