No início de janeiro, o Atlético-MG oficializou a venda de Yimmi Chará ao Portland Timbers, dos Estados Unidos. Na negociação, cujos valores são mantidos em sigilo, o clube passou os 70% dos direitos econômicos que detinha sobre o jogador. No entanto, o Galo ainda deve dinheiro ao Junior Barranquilla pela compra do atacante, ocorrida em junho de 2018.




Quando da vinda do atleta para Belo Horizonte, ficou acordado que o Atlético-MG pagaria os US$ 6 milhões em seis parcelas de US$ 1 milhão. Metade delas ficou a cargo de Ricardo Guimarães, ex-presidente e investidor do clube. Porém, a direção não conseguiu manter a quitação em dia, o que motivou o Junior a fazer uma reclamatória na Fifa cobrando os US$ 3 milhões restantes.


No orçamento para 2020, a diretoria do Galo destinou R$ 17 milhões para pagamento de dívidas na Fifa. A Udinese, por exemplo, ainda tem a receber por conta das vendas de Maicosuel e Douglas Santos - em 2016, a cobrança era de 4,5 milhões de euros. Enfim, mesmo que Chará tenha sido vendido para equilibrar as contas internas, é preciso dar uma solução para as pendências financeiras com outras agremiações.


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