Cruzeiro passa pelo momento mais complicado de sua história. Em meio a uma crise institucional, acabou, também, rebaixado para a Série B do Campeonato Brasileiro pela primeira vez. Diante deste cenário, o clube busca uma reformulação administrativa, mesmo que pareça muito difícil se desvencilhar de figuras que são alvos da ira do torcedor.



Ao longo da temporada, Sérgio Nonato, que era diretor-geral da Raposa, pediu demissão. Já o vice-presidente de futebol Itair Machado foi desligado do cargo. Muito se questionou, por exemplo, os altos salários recebidos por ambos. Nonato começou ganhando R$ 60 mil (afora luvas de R$ 300 mil), e chegou a ter vencimentos de R$ 125 mil. Itair, por sua vez, recebia R$ 180 mil mensais, e tinha prevista uma multa de R$ 2 milhões em caso de rescisão, que acabou acontecendo.



Internamente, o que se diz é que a dupla ainda tem influência direta, mesmo que “por baixo dos panos, na administração de Wagner Pires de Sá. O presidente, no entanto, nega tal fato, embora admita que mantenha relação com eles. “Nós temos uma amizade, mas administrativamente (a relação) é zero. Eles não têm mais ingerência na administração do Cruzeiro. Conversar, ver, cumprimentar, tomar um chopp, é uma coisa natural. Mas isso não quer dizer que tenha vínculo com o Cruzeiro”, disse o dirigente, ao ​Globoesporte.com. Acredite-se ou não, esta é a palavra oficial.


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Foto: Vinnicius Silva / Cruzeiro / Divulgação