​Com Libertadores da América ou não no calendário, ​Internacional já trabalha visando à temporada de 2020. À espera do técnico Eduardo Coudet, a direção inclusive definiu a posição prioritária para um investimento "acima dos padrões": um atacante de velocidade.



Bruno Henrique


Na visão dos dirigentes vermelhos, é necessário ter um nome "diferente", capaz de garantir vitórias importantes na base do talento individual. No Brasil, exemplos não faltam. Cita-se Everton no ​Grêmio, Bruno Henrique no ​Flamengo e Dudu no​ ​Palmeiras. São todos atletas "fora do comum", que demandam um alto dispêndio financeiro (seja na compra de direitos ou em salários), mas que resolvem dentro do campo.


Dudu,Damián Pérez


No atual elenco do Inter, existem jogadores com essas características, mas não do nível desejado. O melhor deles, Nico López, está com saída alinhavada para o futebol mexicano (o que também abre vaga para, se for o caso, buscar um atacante estrangeiro). Guilherme Parede, Neilton e Wellington Silva tiveram oportunidades e não convenceram. Já D'Alessandro, além de não ser veloz, possui na criação a sua principal característica, enquanto Patrick, que vem fazendo o lado, é um volante improvisado. O certo é que o Colorado chegou à conclusão que precisa dar rapidez ao seu time através de um nome que seja realmente diferenciado. Assim, se coloca no mercado em busca desta solução que, é verdade, não custa barato.


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