​Casa do ​Palmeiras desde a reta final de 2014, o Allianz Parque pode passar por uma grande mudança na temporada 2020. Clube e empresa que administra o estádio, a WTorre, estudam a possibilidade de mudar o gramado local: de natural para sintético, como temos hoje na Arena da Baixada (​Athletico Paranaense).


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​​Entrevistado pelo ​Globoesporte, o presidente alviverde, Maurício Galiotte, revelou em que patamar estão as tratativas e estudos para viabilizar a mudança. Há um otimismo grande nos bastidores do clube, a ponto da meta para sacramentar troca ser bastante ambiciosa.


"Início de 2020 é a ideia, trabalhar rapidamente esse projeto e, se tudo der certo, se as discussões técnicas, operacionais e comerciais, se a gente conseguir essa evolução nas três frentes, a ideia é que o Palmeiras tenha para 2020 um gramado sintético no Allianz", afirmou.

Felipe Melo

O mandatário ainda explicou as razões/benefícios que levaram o clube a optar pelo novo direcionamento: "Além da redução do custo operacional, porque o gramado sintético tem uma redução de custo de manutenção, nosso grande objetivo é a maximização da utilização da arena. Isso garante ao Palmeiras jogar mais vezes em casa e garantir maior competitividade. O gramado sintético tem maior resistência a shows e eventos", concluiu.

Neste momento, a tecnologia avaliada pelo Palmeiras ainda não foi testada e/ou fornecida para nenhum clube brasileiro, sendo considerada uma evolução de qualidade em comparação a que se tem hoje na Arena da Baixada. Atletas e profissionais da saúde esportiva também estão sendo consultados pelo clube, interessado em saber as consequências performáticas e físicas oriundas deste tipo de piso.