​Palmeiras visitou o Athletico-PR neste domingo, em partida válida pela 27ª rodada da Série A do Campeonato Brasileiro, e ficou no empate em 1 a 1, na Arena da Baixada, em Curitiba. Após o jogo, o técnico Mano Menezes comentou sobre a atuação do atacante Deyverson, a conversa que teve com o árbitro Ricardo Marques Ribeiro sobre o zagueiro Gustavo Gómez e também sobre a briga pela liderança do torneio com o Flamengo.

Questionado sobre a atuação do atacante Deyverson, o treinador falou sobre a atuação do jogador: "Pela experiência, tudo que um técnico não pode fazer a todo momento é ficar trocando, trocando, trocando, senão não se chega a lugar algum. Ele teve a oportunidade, está merecendo, hoje fez um grande jogo na minha opinião. Principalmente nos momentos em que tivemos mais dificuldade de transição da defesa para o ataque. O Athletico marcou alto, então tivemos que fazer um jogo mais longo, nas costas da linha defensiva, para disputar a primeira bola o Deyverson foi fundamental. E foi premiado com o gol pelo esforço que teve. Todos vão jogar em um momento ou outro, mas a função não é tão simples. Ser camisa 9 de um time requer uma confiança individual maior, porque esse jogador decide o jogo. Se trocarmos a todo momento, não vou dar confiança ao Deyverson", disse o comandante.


Mano Menezes

Durante a coletiva, o técnico Mano Menezes se mostrou cauteloso sobre a briga com o Flamengo pela liderança do Campeonato Brasileiro: "O campeonato estará decidido quando matematicamente estiver decidido. Estamos fazendo nossa parte do lado de cá, somos o segundo colocado, consequentemente, a equipe que aspira com mais possibilidades encostar num adversário que tem feito uma campanha extraordinária", comentou o comandante alviverde.

Por fim, o treinador explicou a conversa que teve com o árbitro Ricardo Marques Ribeiro no intervalo:  "O Gómez sofreu uma entrada, temos a foto aí, foi por cima da bola. Tem a marca de todas as travas da chuteira (na perna). Não é possível que o jogador que sofra uma entrada daquelas receba o cartão amarelo. Lógico que ele fica revoltado ao levar o cartão e ver que o adversário não foi punido. Eu falei para ele que ele poderia até não ter visto o lance, mas não pode você, ao não ver, dar cartão amarelo para o jogador que sofreu a falta. Mas a educação depende de cada um, né?", destacou o treinador.