​Na última quinta-feira (10), a eterna 'dança das cadeiras' que norteia o futebol brasileiro fez mais uma vítima: ​Odair Hellmann, demitido do Internacional após derrota para o CSA. Efetivado como treinador do clube gaúcho no início da temporada passada, o ex-Colorado era um dos mais longevos em atividade na Série A, prova da rotatividade que existe na ​Série A.


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​​O que é 'padrão' no futebol brasileiro, no entanto, parece não atingir as bandas tricolores do Rio Grande do Sul. Como destaca o ​UOL Esportes, o Grêmio é o único clube da elite nacional que está sob comando do mesmo treinador há três temporadas: contratado na reta final de 2016, Renato Gaúcho é unanimidade entre jogadores, dirigentes e torcedores desde então, sempre entregando rendimento e resultado em alto nível.


No outro extremo, está o ​Flamengo. Muito bem nas mãos de Jorge Jesus - contratado em junho deste ano -, o Rubro-Negro teve nada menos que sete treinadores neste mesmo período de tempo. Essa marca será igualada pelo ​Botafogo, assim que o Alvinegro anunciar quem será o substituto de Eduardo Barroca, recentemente demitido.

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Depois do Grêmio, os três clubes da primeira divisão que menos técnicos tiveram nas últimas temporadas são ​Avaí​Corinthians e ​Cruzeiro, com três trocas cada. O Internacional também fazia parte deste grupo até a demissão de Odair, que ocasionará em sua quarta mudança de comando técnico desde 2017


Diminuindo o recorte temporal e analisando somente a atual temporada, apenas seis clubes seguem comandados pelo mesmo treinador com os quais iniciaram o Brasileirão 2019: Grêmio, Santos, Corinthians, Athletico Paranaense, Bahia e Atlético-MG. O ​Fortaleza não se insere no caso, já que Ceni teve breve passagem pelo Cruzeiro no decorrer da competição.

Rogerio Ceni