​Não é segredo que o ​Corinthians vive um momento complicado quando o assunto é finanças. Além dos inúmeros imbróglios envolvendo Caixa Econômica, Odebrecht e o financiamento da Arena, a outra casa alvinegra, o Parque São Jorge, também está no centro de uma cobrança tributária milionária que assusta os bastidores do clube.


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​​Preste atenção, torcedor, pois a história é de fazer cair o queixo. De acordo com a apuração do ​Blog do Perrone, uma ação judicial movida pela Prefeitura cobra nada menos que R$ 28,4 milhões ao Corinthians, referentes a pagamentos de IPTU (Imposto Sobre a Propriedade Predial e Territorial Urbana) atrasados, isso no entendimento do município. O clube, através de seu departamento jurídico, entrou com nova ação visando anulação de débito fiscal


A origem desta cobrança milionária de IPTU é o cerne do problema. Dez multas de trânsito, em veículo registrado em nome do Alvinegro, deveriam ter sido quitadas ainda nos anos finais da década passada (2007-10), mas acabaram sendo pagas somente em 2018. O débito ativo acabou conduzindo o nome do Corinthians ao Cadastro Informativo Municipal (CADIN), impedindo que o clube obtivesse a tradicional isenção fiscal de IPTU para instituições sem fins lucrativos, como o Parque São Jorge. 

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