​No último final de semana, tivemos a rodada inicial da Superliga de ​Futebol Feminino de 2019/20, espécie de primeira divisão da modalidade em solo britânico. A jornada de abertura já trazia grandes duelos como o dérbi de Manchester e o clássico londrino entre Arsenal e Tottenham, jogos que registraram públicos considerados empolgantes pelos fãs do esporte, atletas e organizadores da competição.


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​​Como destaca o site ​Marketing Esportivo, a partida entre Manchester City e Manchester United levou nada menos que 31.213 torcedores ao Etihad Stadium, enquanto o duelo entre Chelsea e Tottenham moveu 24.564 expectadores ao Stamford Bridge. Considerando as seis partidas da rodada, quase 63 mil pessoas estiveram presentes nas arquibancadas, público 12 vezes maior se comparado à rodada inicial da Superliga de 2018/29.

Adelina Engman,Becky Spencer

Para os britânicos, a excelente procura do público se dá pela empolgação com o momento do esporte pós-Copa do Mundo: a Inglaterra foi quarta colocada do Mundial de 2019 e tem investido cada vez mais na modalidade. Outro fator que contribuiu para a ótima presença da torcida nas arquibancadas foi a escolha da data para o debute da Superliga: ocorrida em uma data FIFA, não teve a 'concorrência' da Premier League e demais campeonatos europeus.


Para as próximas rodadas, os organizadores da WSL e gestores de clubes estudam a logística para realização de 'jornadas duplas', com jogos do feminino e do masculino em sequência: "Espero que possamos levar muitas pessoas ao nosso estádio. Queremos que os fãs sempre assistam. A logística de jogar com duas equipes profissionais no mesmo estádio é difícil, mas interessante", afirmou Nick Cushing, gerente de futebol feminino do Manchester City.

Jill Scott,Ella Toone