​Reconquistar a América é uma obsessão do ​Flamengo. Pois para seguir sonhando com o título da Libertadores de 2019, o clube terá que deixar para trás um retrospecto nada animador. Sempre que perdeu o primeiro jogo de um mata-mata (exceção feita a 2012, contra o Real Potosí, ainda pela etapa preliminar da competição), jamais conseguiu reverter a situação e avançar.


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Ao longo da história, isso aconteceu em três oportunidades. Em 2007, na fase de oitavas de final levou 3 a 0 do Defensor, no Uruguai, em uma partida na qual cansou de errar. Na volta, assim, os dois gols de Renato Abreu não foram suficientes. Três anos depois, o Rubro-Negro foi parado pela Universidad de Chile, nas quartas de final, perdendo em casa por 3 a 2 e ganhando fora por 2 a 1 na sequência. Ou seja, o saldo qualificado deixou o time de fora. Por fim, na temporada passada, o Fla, irreconhecível, tomou 2 a 0 do Cruzeiro no Maracanã. No duelo decisivo, assim, nem a vitória por 2 a 0 longe da torcida foi suficiente para fazê-lo parar já nas oitavas de final.



Nesta quarta, o desafio também é gigantesco. O Flamengo perdeu de 2 a 0 para o Emelec, em Guayaquil, na semana passada. Assim, além de ter que devolver o escore para, no mínimo, levar a decisão da vaga às quartas de final para os pênaltis, não pode nem pensar em levar gols, já que daí o saldo qualificado o obrigará a fazer três de diferença para ficar com a vaga. É um desafio e tanto para os comandados de Jorge Jesus. E a pressão, claro, é proporcional. ​A partida no Rio de Janeiro começa às 21h30min.


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