​Os protestos da Associação de Futebol Argentino (AFA), após a eliminação do país da Copa América, ainda não cessaram. Pelo contrário. Nesta sexta-feira, dois dias depois de enviar uma carta à Conmebol na qual dizia ter sido prejudicada pela arbitragem contra o Brasil, contestava a escolha do equatoriano Roddy Zambrano para apitar o clássico e citava até mesmo a presença de Jair Bolsonaro no Mineirão, a entidade emitiu um novo comunicado.


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Endereçado à confederação sul-americana, à Mediapro (empresa responsável pela tecnologia do árbitro de vídeo) e à Prom TV, o texto menciona o fato de que houve um problema no VAR antes da semifinal. A falha na comunicação teria se dado por conta da interferência do sinal dos rádios utilizados pela equipe que acompanhava o mandatário da República brasileira.


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A carta, assinada por Federico Beligoy, diretor de arbitragem da AFA, pede para detalhar o que realmente ocorreu, apontando as características técnicas do sistema utilizado, e desmentir informações sobre o problema ocorrido, fornecendo gravações de vídeo e áudio em relação às jogadas em questão. Os argentinos reclamam de dois pênaltis: um de Daniel Alves em Agüero e outro de Arthur em Otamendi. O primeiro lance, inclusive, se deu na origem da jogada que culminou no segundo gol verde-amarelo.