Artilheiro do Fluminense com 15 gols na temporada, Luciano pediu para ​não atuar contra a Chapecoense, evitando seu sétimo jogo com a camisa tricolor no Brasileirão. O objetivo do atacante era se manter disponível no mercado, com o ​Atlético-MG despontando como um dos principais interessados em sua contratação. Tal negociação, no entanto, parece tomar um rumo bem diferente do imaginado pelo clube mineiro e pelo próprio jogador.


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​​De acordo com o ​UOL Esportes, uma mudança nos termos do acordo, baseada em nova exigência do Leganés (ESP) - clube que detém os direitos econômicos de Luciano -, fizeram o Galo recuar nas tratativas e praticamente 'jogar a toalha' pelo atleta. Isso porque os espanhóis, que antes pareciam inclinados a aceitar novo empréstimo do jogador ao futebol brasileiro, passaram a vislumbrar a venda definitiva de Luciano.


A proposta do Atlético-MG era de empréstimo válido por um ano e meio (dezembro/2020), com salários de R$ 300 mil/mês ao atacante. Tudo parecia encaminhado, até que os espanhóis mudaram a pedida e deram novo rumo à negociação: 2,5 milhões de euros, algo em torno de R$ 10,8 milhões, para sacramentar a venda do jogador.

Por ter feito outros grandes investimentos nesta janela de meio do ano - contratou Lucas Hernández e Ramon Martínez, transações que custaram quase R$ 20 milhões aos cofres alvinegros -, o Galo deve seguir monitorando o mercado em busca de atacantes a baixo custo ou disponíveis para empréstimo. Luciano, por sua vez, deve acabar permanecendo no Fluminense até o final de seu empréstimo, válido até dezembro de 2019.