Ao encaixar de imediato ao time, emplacando grandes atuações consecutivas, Everton logo foi taxado como 'grande acerto' da diretoria do ​São Paulo em 2018. A negociação para tirá-lo do Flamengo não foi barata, mas as cifras aplicadas ficaram em segundo plano diante da grande expectativa tricolor em torno do atleta. Dando retorno esportivo logo de cara, a transação parecia que se consolidaria no rol dos grandes sucessos de mercado por parte do clube do Morumbi, algo que não se confirmou à medida que os meses foram se passando.


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Everton

​​Como destaca o ​UOL Esportes, as boas partidas e empolgação deram lugar à frustração e aos questionamentos, especialmente a respeito da saúde do meia-atacante. No último sábado (8), Everton precisou deixar o campo ainda na primeira etapa do confronto diante do Avaí, na Ressacada, acusando dores na região da coxa direita. Exames mais detalhados constataram uma nova contusão muscular, a segunda somente nesta temporada. Ao todo, são quatro contusões delicadas em apenas um ano de clube.


Desde o dia 26 de agosto de 2018, data da primeira lesão de Everton com a camisa são-paulina, o clube já disputou 49 partidas entre 2018 e 2019, sem conseguir contar com o meia-atacante por motivos clínicos em 14 oportunidades. Isso significa quase 30% de ausência por motivo de lesão, cenário que levanta inúmeros questionamentos junto ao torcedor.

A enorme dificuldade em ficar saudável atinge diretamente os seus números/estatísticas pelo clube paulista. Antes fundamental para o bom rendimento ofensivo tricolor, Everton soma apenas dois gols e uma assistência nos últimos 31 jogos da equipe. Da badalação dos ótimos primeiros jogos ao posto de 'problema', o camisa 22 precisará percorrer novo longo caminho para recuperar prestígio no Morumbi.