​O São Paulo frustrou os torcedores que estiveram presentes no Morumbi na manhã deste domingo (19). Pela quinta rodada do ​Campeonato Brasileiro 2019, o Tricolor empatou sem gols com o Bahia e perdeu a chance de assumir a liderança do torneio, que agora é ocupada de forma isolada pelo Palmeiras. Porém, nos vestiários tricolores, o tropeço no Brasileirão não foi o único responsável pelo clima de insatisfação.



​A arbitragem do jogo também foi assunto no pós-jogo são-paulino. O árbitro Daniel Nobre Bins revoltou o Time do Morumbi por expulsar Toró, mas não dar sequer cartão amarelo a Gregore, do Bahia, que deu uma entrada dura em Liziero ainda no primeiro tempo, obrigando o jogador do São Paulo a sair da partida. Essa revolta foi demonstrada pelo diretor de futebol do clube, Raí. Após o empate em São Paulo, o dirigente e ex-jogador detonou a arbitragem e prometeu uma ação em resposta.

Cuca


Isso decide uma partida, são dois pontos que não voltam mais. Vamos ver o que é melhor a fazer, uma ação mesmo, porque é falta de competência. O cara pisou no tornozelo do Liziero no primeiro tempo, o Toró não tinha intenção nenhuma de machucar o Douglas. O cara para ser expulso tem que cometer uma agressão”, disparou Raí, que criticou a atuação do São Paulo no primeiro tempo, mas voltou a reclamar da arbitragem.



"O São Paulo jogou mal no primeiro tempo, o time que quer brigar para chegar não pode jogar assim, é uma coisa interna que a gente tem que melhorar. Quando o time volta e melhora, o juiz faz essa besteira que acaba estragando todo um trabalho que foi feito. A gente viu que no início do segundo tempo o São Paulo partiu para cima e tinha boas chances de vencer”, completou o dirigente.


Durante sua entrevista, Raí também lembrou de outras oportunidades em que o São Paulo foi prejudicado pela arbitragem. Ele lembrou do lance em que o zagueiro Tuller, do Flamengo, machucou seriamente Alexandre Pato e não recebeu cartão vermelho. Outra ocasião lembrada pelo diretor foi uma entrada sofrida por Tchê Tchê no jogo contra o Fortaleza, no domingo passado, que também não rendeu punição ao agressor.